EDUCAÇÃO INFANTIL E INTERVENÇÃO MOTORA: UM OLHAR A PARTIR DA TEORIA BIOECOLÓGICA DE BRONFENBRENNER

Autores

  • Bárbara Coiro Spessato UFRGS
  • Nádia Cristina Valentini UFRGS
  • Ruy Jornada Krebs UFRGS
  • Adriana Berleze Universidade da Região da Campanha

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-8918.5617

Palavras-chave:

Creches. Legislação como assunto. Intervenção precoce (Educação). Educação infantil.

Resumo

Este estudo investigou a relação entre o enriquecimento do contexto da creche e a legislação vigente. Três estudos de caso com bebês foram conduzidos no paradigma da Teoria Bioecológica. Os resultados demonstraram que os bebês apresentaram: novas competências de manipulação, controle postural e interação social. Entretanto a qualidade dos cuidados oferecidos na creche era restrita à higiene e alimentação. A intervenção pode ser implementada no espaço da creche; entretanto faz-se necessário se fazer cumprir a legislação no que diz respeito à formação e capacitação de educadores e à razão criança-educadores para efetivamente transformar o caráter assistencialista da educação infantil.

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Biografia do Autor

Bárbara Coiro Spessato, UFRGS

Mestre em Ciência do Movimento Humano. Professora da escola de Educação física da UFRGS.

Nádia Cristina Valentini, UFRGS

Doutora em Health And Human Performance pela Auburn University. Professora da escola de Educação Física da UFRGS

Ruy Jornada Krebs, UFRGS

PhD em educação Física. Professor da Universidade Federal de Santa Catarina -UDESC

Adriana Berleze, Universidade da Região da Campanha

Doutora em Ciências do Movimento Humano. Professora da Universidade da Região da Campanha em São Gabriel, RS

Publicado

2010-01-06

Como Citar

SPESSATO, B. C.; VALENTINI, N. C.; KREBS, R. J.; BERLEZE, A. EDUCAÇÃO INFANTIL E INTERVENÇÃO MOTORA: UM OLHAR A PARTIR DA TEORIA BIOECOLÓGICA DE BRONFENBRENNER. Movimento, [S. l.], v. 15, n. 4, p. 147–173, 2010. DOI: 10.22456/1982-8918.5617. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/Movimento/article/view/5617. Acesso em: 27 nov. 2022.

Edição

Seção

Artigos Originais