EDUCAÇÃO FÍSICA, GÊNERO E ESCOLA: UMA ANÁLISE DA PRODUÇÃO ACADÊMICA
DOI:
https://doi.org/10.22456/1982-8918.9492Palavras-chave:
Educação física. Identidade de gênero. Preconceito.Resumo
O objetivo do estudo foi analisar as argumentações
que sustentam a afirmação de discriminação das meninas
nas aulas de educação física, na produção das pesquisas
dos programas
sensu stricto em educação física do banco
de teses da CAPES. Cinco estudos foram identificados e
analisados a partir das categorias analíticas: propostas das
pesquisas; discriminação nas aulas de educação física; a
esportivização e o sexismo, e o conceito de sexismo. As
pesquisas, de um lado, denunciam o sistema escolar por reforçar
o sexismo mas, por outro, apontam que gênero não é o
único fator de inclusão e exclusão.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
A autoria detém os direitos autorais sobre os manuscritos submetidos e concede à revista Movimento o direito de publicar os textos, de acordo com a política de licença aberta adotada pelo periódico.
A revista Movimento adota a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0), seguindo o modelo de Acesso Aberto (Open Access), que permite o acesso virtual, sem restrição (incluindo as financeiras), a todos os textos científicos publicados pelo periódico.
Ao realizar a submissão do manuscrito, a autoria precisa declarar estar ciente das licenças de direitos autorais que entrarão em vigor caso o manuscrito seja aceito e publicado, conforme termos descritos abaixo:
- O acesso aberto é a condição em que a/o detentor/a dos direitos autorais de um trabalho acadêmico concede direitos de uso a terceiros usando uma licença aberta (Creative Commons Attribution, CC-BY);
- O acesso aberto é gratuito e imediato ao trabalho, autorizando qualquer usuária/o a ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou vincular os textos completos dos artigos, rastreá-los para indexação, passá-los como dados para software ou usá-los para qualquer outra finalidade legal.
A revista Movimento encoraja a autoria a autoarquivar os manuscritos aceitos, disponibilizando-os em blogs pessoais, repositórios institucionais, mídias sociais acadêmicas e também em perfis pessoais, desde que seja incluída a referência completa à versão publicada no website do periódico e/ou na página da coleção SciELO.