El juego que transforma el lugar de la hospitalización oncológica en espacio de esperanza

Autores/as

  • Monica Frigini Siqueira Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Vitória, ES, Brasil. https://orcid.org/0009-0000-7807-0971
  • Laura Helmer Trindade Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Vitória, ES, Brasil.
  • André da Silva Mello Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Vitória, ES, Brasil. https://orcid.org/0000-0003-3093-4149

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-8918.152114

Palabras clave:

Juegos y diversión, Oncología pediátrica, Hospitalización

Resumen

La hospitalización oncológica pediátrica interrumpe rutinas, vínculos y el tejido de las infancias, sobre todo el juego, un derecho fundamental que insiste en florecer, incluso en los territorios del dolor. En este escenario áspero, el juego se eleva como un lenguaje de resistencia, una hendidura luminosa por donde la vida se reinventa. Este estudio analizó un episodio de juego mediado por una profesional de Educación Física con un niño hospitalizado em tratamiento oncológico, revelando cómo la ludicidad transforma el entorno clínico en un territorio de invención, de afecto y de protagonismo infantil. Se trata de una investigación cualitativa, de carácter exploratorio, anclada en la investigación-acción existencial (Barbier, 2004), com datos de diario de campo, enunciaciones infantiles, registros fotográficos y entrevistas. Fundamentada en los aportes teóricos de Vygotsky (2018), Certeau (2014) y Corsaro (2011), se concluye que el juego reorganiza simbólicamente la experiencia de la enfermedad, activa vínculos y afectos y desafia la rigidez institucional, siendo una práctica de resistencia, un lenguaje de la infancia y un acto de humanización hospitalaria.

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Biografía del autor/a

Monica Frigini Siqueira, Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Vitória, ES, Brasil.

Doutoranda em Educação Física na Universidade Federal do Espírito Santo – UFES (desde 2022).
Mestre em Educação Física pela UFES (2011). Especialista em Infância e Educação Inclusiva pela UFES (2005). Graduada em Educação Física pela UFES (1997). Professora de Educação Física da Prefeitura Municipal de Vitória/ES. Interesses de pesquisa: educação física na perspectiva inclusiva; escolarização e desenvolvimento da pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA); prática e mediação pedagógica do brincar — em contextos escolares e não escolares; brincar de crianças hospitalizadas em tratamento oncológico; brinquedoteca hospitalar itinerante.

Laura Helmer Trindade, Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Vitória, ES, Brasil.

Possui licenciatura em Educação Física pela Universidade Federal do Espírito Santo (2023). Mestranda pelo Programa de Pós-Garduação em Educação Física da Universidade Federal do Espírito Santo (Educação Física, cotidiano, currículo e formação docente). Membro do Núcleo de Aprendizagens com as Infâncias e seus Fazeres (NAIF/CEFD/UFES).

André da Silva Mello, Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Vitória, ES, Brasil.

Possui licenciatura plena em Educação Física pela Universidade Federal do Espírito Santo (1993); Especialização em Educação Física Escolar pela UFES (1996); Mestrado em Educação (Psicologia da Educação) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1999); Doutorado em Educação Física pela Universidade Gama Filho (2007); e Pós-Doutorado pelo Programa Associado em Educação Física da Universidade Estadual de Maringá e Universidade Estadual de Londrina (2019). Professor Associado III do Centro de Educação Física e Desportos da Universidade Federal do Espírito Santo, onde atua nos cursos de licenciatura e bacharelado (graduação); mestrado acadêmico e doutorado. Líder do Núcleo de Aprendizagens com as Infâncias e seus Fazeres (NAIF). Desenvolve pesquisas sobre os seguintes temas: práticas pedagógicas da Educação Física com e sobre as infâncias em contextos escolares e não-escolares; Formação inicial e continuada em Educação Física; Cultura popular e educação para as relações étnico-raciais. Coordenou o PIBID em Educação Física da UFES de 2013 a 2018. Coordenou o Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Física da Universidade Federal do Espírito Santo de 2015 a 2018. Membro do Comitê de Ética de Pesquisas com Seres Humanos da UFES desde 2016, onde, atualmente, exerce a função de Coordenador Adjunto. Bolsista de Produtividade em Pesquisa pela Fapes. Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Educação Física da UFES desde 2024. Mestre de Capoeira pelo Grupo Beribazu.

Citas

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Publicado

2026-08-17

Cómo citar

SIQUEIRA, Monica Frigini; TRINDADE, Laura Helmer; MELLO, André da Silva. El juego que transforma el lugar de la hospitalización oncológica en espacio de esperanza. Movimento, [S. l.], v. 32, p. e32040, 2026. DOI: 10.22456/1982-8918.152114. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/Movimento/article/view/152114. Acesso em: 10 sep. 2026.

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