Del medir al sentir
significados y afectaciones en el autorrastreo digital del ejercicio físico
DOI:
https://doi.org/10.22456/1982-8918.148846Palabras clave:
Tecnología digital, Dispositivos electrónicos vestibles, Monitorización fisiológica, Educación FísicaResumen
Este artículo investiga el autorrastreo digital del ejercicio físico (ADEF) desde una perspectiva sociomaterialista, con el objetivo de mapear las afectaciones emergentes y los significados asociados y atribuidos por quienes practican el autorrastreo. La investigación cualitativa involucró a 34 usuarios de dispositivos vestibles, con datos producidos mediante observación en espacios de entrenamiento,, análisis de plataformas digitales (Strava/Garmin Connect) y cuestionarios electrónicos, analizados mediante ATLAS.ti siguiendo el Enfoque Inductivo General. Los resultados destacan que el ADEF asume múltiples significados: motivación para la práctica deportiva, compromiso con metas y desafíos, impactos emocionales, riesgo de comportamientos obsesivos, frustración ante la manipulación de datos, intolerancia a fallos técnicos, competencia (consigo mismo y con otros), curiosidad por nuevas modalidades de monitoreo, interés en métricas corporales específicas y adaptación de las rutinas de entrenamiento. Se evidencia así cómo las tecnologías y los cuerpos coproducen estas afectaciones, reforzando el carácter híbrido de las prácticas contemporáneas de autorrastreo.
Descargas
Citas
ARAÚJO, Allyson Carvalho. Hiperconexão em tempos de tecnologias de estilo de vida saudável: relações entre saúde, privacidade de dados e educação. Movimento, v. 31, p. e31005, 2025. DOI: https://doi.org/10.22456/1982-8918.137904.
COUTINHO, Francisco Ângelo; VIANA, Gabriel Menezes. Alguns elementos da Teoria Ator-Rede. In: COUTINHO, Francisco Ângelo; VIANA, Gabriel Menezes (org.). Teoria Ator-Rede e educação. Curitiba: Apris, 2019. p. 17–33.
ESCALA LIKERT. In: WIKIPÉDIA: a enciclopédia livre. 2021. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Escala_Likert&oldid=60492629. Acesso em: 11 mar. 2024.
FREIRE, Leticia de Luna. Seguindo Bruno Latour: notas para uma antropologia simétrica. Comum, v. 11, n. 26, p. 46–65, 2006. Disponível em: https://app.uff.br/riuff/bitstream/handle/1/12232/latour.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 13 jan. 2026.
LATOUR, Bruno. A esperança de Pandora: ensaios sobre a realidade dos estudos científicos. São Paulo: Editora Unesp Digital, 2017.
LATOUR, Bruno. Jamais fomos modernos. São Paulo: Ed. 34, 1994.
LATOUR, Bruno. Por uma antropologia do centro. Mana, v. 10, n. 2, p. 397–413, 2004. DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-93132004000200007
LEMOS, André. A comunicação das coisas: teoria ator-rede e cibercultura. São Paulo: Annablume, 2013.
LEMOS, André. Mídia, tecnologia e educação: atores, redes, objetos e espaço. In: LINHARES, Ronaldo Nunes; PORTO, Cristiane; FREIRE, Valeria (org.). Mídia e educação: espaços e (co)relações de conhecimentos. Aracaju: EdUNIT, 2014. p. 11–28.
LIMA, Marcio Roberto de. Autorrastreamento de exercícios físicos: prática de dados na plataforma Strava. Motrivivência, v. 35, n. 66, p. 1–18, 2023a. DOI: https://doi.org/10.5007/2175-8042.2023.e94307
LIMA, Marcio Roberto de. Corpo afetado: uma experiência de autorrastreamento com uma tecnologia vestível. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, v. 45, p. e20230055, 2023b. DOI: https://doi.org/10.1590/rbce.45.e20230055.
LIMA, Marcio Roberto de. Corpo dataficado: autorrastreamento na cultura digital. Encontros Bibli, v. 30, p. e106471, 2025. DOI: https://doi.org/10.5007/1518-2924.2025.e106471
LIMA, Marcio Roberto de. Exergames como possibilidade de ressignificação da docência na cultura digital. Revista e-Curriculum, v. 18, n. 4, p. 1857–1878, 2020. DOI: https://doi.org/10.23925/1809-3876.2020v18i4p1857-1878.
LIMA, Marcio Roberto de. Performance: operador teórico no campo da Educação a partir da Teoria Ator-Rede. Linhas Críticas, v. 28, p. e43415, 2022. DOI: https://doi.org/10.26512/lc28202243415
LIU, Lisha. Using generic inductive approach in qualitative educational research: a case study analysis. Journal of Education and Learning, v. 5, n. 2, p. 129, 2016. DOI: https://doi.org/10.5539/jel.v5n2p129
LUPTON, Deborah. Quantifying the body: monitoring and measuring health in the age of mHealth technologies. Critical Public Health, v. 23, n. 4, p. 393–403, 2013. DOI: https://doi.org/10.1080/09581596.2013.79493
LUPTON, Deborah. Self-Tracking. In: KENNERLY, Michele; FREDERICK, Samuel; ABEL, Jonathan (ed.). Information: a reader. New York: Columbia University Press, 2021. p. 187–198. Disponível em: http://www.jstor.org/stable/10.7312/kenn19876. Acesso em: 13 jan. 2026.
LUPTON, Deborah. Self-tracking modes: reflexive self-monitoring and data practices. SSRN Electronic Journal, 2014. Disponível em: https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=2483549. Acesso em: 16 nov. 2022.
LUPTON, Deborah. The quantified self: a sociology of self-tracking. Cambridge, UK: Polity, 2016.
LUPTON, Deborah; SMITH, Gavin. ‘A Much Better Person’: the agential capacities of self-tracking practices. In: AJANA, Btihaj (org.). Metric culture: ontologies of self-tracking practice. Londres: Emerald, 2018. p. 57–75. DOI: https://doi.org/10.1108/978-1-78743-289-520181004
MELO, Maria de Fátima Aranha de Queiroz. Mas de onde vem o Latour? Pesquisas e Práticas Psicossociais, v. 2, n. 2, p. 258–268, 2008. Disponível em: https://ufsj.edu.br/portal-repositorio/File/revistalapip/queiroz_melo_artigo.pdf. Acesso em: 13 jan. 2026.
OLIVEIRA, Braulio Nogueira de; FRAGA, Alex Branco. Cultura fitness digital no léxico da cultura corporal de movimento: temas emergentes para a educação física escolar. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, v. 44, p. e001922, 2022a. DOI: https://doi.org/10.1590/rbce.44.e001922
OLIVEIRA, Braulio Nogueira de; FRAGA, Alex Branco. Movimento quantified self: a vida fitness orientada por números. Movimento, v. 28, p. e28035, 2022b. DOI: https://doi.org/10.22456/1982-8918.117533
OLIVEIRA, Kaio Eduardo de Jesus; PORTO, Cristiane de Magalhães. Educação e teoria ator-rede: fluxos heterogêneos e conexões híbridas. Ilhéus: Editus, 2016.
THOMAS, David. A general inductive approach for analyzing qualitative evaluation data. American Journal of Evaluation, v. 27, n. 2, p. 237–246, 2006. DOI: https://doi.org/10.1177/1098214005283748
THOMAS, David R. A general inductive approach for qualitative data analysis. 2003. Disponível em: https://www.frankumstein.com/PDF/Psychology/Inductive%20Content%20Analysis.pdf. Acesso em: 13 jan. 2026.
YIN, Robert. Pesquisa qualitativa do início ao fim. Porto Alegre: Penso, 2016.
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Movimento

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
La revista Movimento adopta la licencia Creative Commons Atribución 4.0 Internacional (CC BY 4.0) para los trabajos aprobados y publicados. Eso significa que los/as autores/as:
- mantienen los derechos autorales y conceden a la revista el derecho de primera publicación; y
- tienen derecho a compartir (copiar y redistribuir el material en cualquier medio o formato) y adaptar (remezclar, transformar y construir a partir del material para cualquier propósito, incluso comercialmente).