Gaslighting institucional y racionalidad estratégica afectiva en el fútbol de mujeres
la Copa Mundial Femenina de 2023
DOI:
https://doi.org/10.22456/1982-8918.147695Palabras clave:
Fútbol de mujeres, Racionalidad estratégica afectiva, Gaslighting institucional, Medios deportivosResumen
La Copa Mundial de Fútbol de Mujeres de 2023 evidenció avances simbólicos en la visibilidad de la modalidad, al mismo tiempo que expuso la persistencia de assimetrias estructurales en la gobernanza deportiva global. Este artículo tiene como objetivo analizar este escenario a la luz de la Teoría de la Acción Comunicativa de Jürgen Habermas, en diálogo con la sociología de los afectos y la teoría feminista. Se propone el concepto de racionalidad estratégica afectiva, entendido como la movilización institucional de los afectos para gestionar disensos, neutralizar críticas y reproducir desigualdades bajo la apariencia de empatía e inclusión. Metodológicamente, el estudio combina el análisis cualitativo de casos institucionales y el análisis de encuadre (framing) de la cobertura mediática internacional de la Copa de 2023, identificando patrones discursivos en la construcción de las desigualdades de género en el deporte. Los resultados indican que el aumento de la visibilidad mediática no implica necesariamente transformación estructural, y puede ser incorporado como parte de estrategias simbólicas de legitimación. Como contribución, el artículo propone...
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