“No es solo ejercicio físico”
el trabajo de los profesionales de Educación Física en la promoción de la salud
DOI:
https://doi.org/10.22456/1982-8918.120717Palabras clave:
Salud Pública, Atención Primaria de Salud, Técnicas de Ejercicio y Movimientos, Sentido de CoherenciaResumen
El estudio buscó identificar y analizar el trabajo de profesionales de Educación Física con adultos y ancianos en la promoción de la salud, más allá de la prevención de enfermedades. Basada en la teoría de la salutogénesis, la investigación utilizó el método cualitativo de la teoría fundamentada en datos propuesto por Charmaz (2009) y el método de trabajo de campo condensado (STENHOUSE, 1978) en cuatro programas públicos de promoción de la salud. En el estudio participaron cuatro profesionales de Educación Física, tres coordinadoras de centros de salud, 34 adultos y ancianos. Los datos se obtuvieron a través de entrevistas y observación no participante. El análisis inductivo de los datos identificó cuatro prácticas representativas del trabajo: mirada hacia las personas, relaciones de cuidado, desarrollo de recursos de salud y la apreciación del protagonismo comunitario. En conclusión, los métodos de trabajo demostraron un carácter salutogénico, sugiriendo posibilidades de superación del modelo biomédico.
Descargas
Citas
ANTONOVSKY, Aaron. Health, stress and coping. London: Jossey-Bass, 1979.
ANTONOVSKY, Aaron. The salutogenic model as a theory to guide health promotion. Health Promotion International, v. 11, n. 1, p. 11–18, mar. 1996. Disponível em: https://salutogenesi.org/images/PDF/The_salutogenic_model_as_a_theory_to_guide_health_promotion.pdf. Acesso em: 25 nov. 2021.
AYRES, José Ricardo de Carvalho Mesquita. Cuidado e reconstrução das práticas de saúde. Interface-Comunicação, Saúde, Educação, v. 8, p. 73-92, fev. 2004. Disponível em: https://www.scielosp.org/article/icse/2004.v8n14/73-92/ Acesso em: 17 nov. 2021.
BARBONI, Viviana Graziela de Almeida Vasconcelos; CARVALHO, Yara Maria; SOUZA, Vagner Herculano. A formação em saúde coletiva nos currículos de educação física: um retrato atual. Movimento, v. 27, p.e27065, jan./dez. 2021. DOI: https://doi.org/10.22456/1982-8918.113041. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/Movimento/article/view/113041. Acesso em: 01 dez. 2021.
BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Humanização. Brasília: Ministério da Saúde, 2013b. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_humanizacao_pnh_folheto.pdf. Acesso em: 10 nov. 2021.
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 24, de 14 de janeiro de 2014. Redefine o cadastramento do Programa Academia da Saúde no Sistema de Cadastro Nacional de estabelecimentos de Saúde (SCNES). Diário Oficial da União, Brasília-DF, v.10, Seção I, p. 39, 15 jan., 2014.
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 256, de 11 de março de 2013. Estabelece novas regras para o cadastramento das equipes que farão parte dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES). Diário Oficial da União, Brasília-DF, Seção 1, p. 43, 14 mar., 2013a.
CARVALHO, Fabio Fortunato Brasil. Práticas corporais e atividades físicas na atenção básica do sistema único de saúde: ir além da prevenção das doenças crônicas não transmissíveis é necessário. Movimento, v. 22, n. 2, p. 647-658, abr./jun. 2016. DOI: https://doi.org/10.22456/1982-8918.58174. Disponível em: https://www.seer.ufrgs.br/Movimento/article/view/58174. Acesso em: 29 nov. 2021.
CARVALHO, Fabio Fortunato Brasil; GUERRA, Paulo Henrique; LOCH, Mathias Roberto. Potencialidades e desafios das práticas corporais e atividades físicas no cuidado e promoção da saúde. Motrivivência, v. 32, n. 63, p. 01-18, jul./dez. 2020. DOI: https://doi.org/10.5007/2175-8042.2020e71546. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/motrivivencia/article/view/2175-8042.2020e71546/43847. Acesso em: 02 dez. 2021.
CHARMAZ, Kathy. A construção da teoria fundamentada: guia prático para análise qualitativa. Porto Alegre: Artmed, 2009.
CRESWELL, J. W. Qualitative inquiry and research design: choosing among five approaches. 2nd. ed. London: Sage Publications, 2007.
FREITAS, Fabiana Fernandes; CARVALHO, Yara Maria; MENDES, Valéria Monteiro. Educação física e saúde: aproximações com a “Clínica Ampliada”. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, v. 35, n. 3, p. 639-656, 2013.
IDAN, Orly; ERIKSSON, Monica; AL-YAGON, Michal. The salutogenic model: the role of generalized resistance resources. In: MITTELMARK, Maurice et al. (ed.). The handbook of Salutogenesis. New York: Springer, 2017. p. 57–70.
JESUS, Janice Debastiani; SVENTNICKAS, Sofia Paiva; VIEIRA, Adriane. Grupo de promoção à saúde: ampliando o cuidado em saúde de usuários com dores musculoesqueléticas crônicas em serviços de atenção básica. Movimento, v. 25, p. 25074, 2019. DOI: https://doi.org/10.22456/1982-8918.91063 Disponível em: https://seer.ufrgs.br/Movimento/article/view/91063/54967. Acesso em: 30 nov. 2021.
LIMA, Alisson Padilha; GIACOMAZZI, Rodrigo Britto; SCORTEGAGNA, Helenice de Moura; PORTELLA, Marilene Rodrigues. Grupo de convivência para idosos: o papel do profissional de educação física e as motivações para adesão à prática de atividade física. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, v. 42, e2018, 2020. DOI: https://doi.org/10.1016/j.rbce.2019.02.001.
MCCUAIG, Louise; QUENNERSTEDT, Mikail. Health by stealth – exploring the sociocultural dimensions of salutogenesis for sport, health and physical education research. Sport, Education and Society, v. 23, n. 2, p. 111–122, 2018. DOI: https://doi.org/10.1080/13573322.2016.1151779. Disponível em: https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/13573322.2016.1151779. Acesso em: 10 nov. 2021.
MITTELMARK, Maurice; BAUER, Georg. The meanings of Salutogenesis. In: MITTELMARK, Maurice; SAGY, Shifra; ERIKSSON, Monica; BAUER, Georg; PELIKAN, Jürgen; LINDSTRÖM, Bengt; ESPNES, Geir Arild (ed.). The Handbook of Salutogenesis. New York: Springer, 2017. p. 7-13.
NEVES, Ricardo Lira de Rezende; ASSUMPÇÃO, Luis Otávio Teles. Formação e intervenção profissional em saúde pública: percepções de profissionais de Educação Física. Movimento, v. 23, n. 1, p. 201-212, jan./mar. 2017. DOI: https://doi.org/10.22456/1982-8918.65321. Disponível em: https://www.seer.ufrgs.br/Movimento/article/view/65321. Acesso em: 30 nov. 2021.
NODDINGS, Nel. The caring relation in teaching. Oxford Review of Education, v.38, n. 6, p. 771-781, dec. 2012. DOI: https://doi.org/10.1080/03054985.2012.745047. Disponível em: https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/03054985.2012.745047. Acesso em: 30 nov. 2021.
OLIVEIRA, Braulio Nogueira; WACHS, Felipe. Educação Física e atenção primária à saúde: apropriações acerca do apoio matricial. Movimento, v. 24, n. 1, p. 173-186, jan./mar. 2018. Disponível em: http://dx.doi.org/10.22456/1982-8918.69965. Acesso em: 2 dez. 2021.
OLIVEIRA, Victor José Machado; GOMES, Ivan Marcelo. O tema da saúde na formação inicial em educação física em uma universidade pública: reflexividade, agência e estrutura. Movimento, v. 25, p. 25077, 2019. DOI: https://doi.org/10.22456/1982-8918.87359. Disponível em: https://www.seer.ufrgs.br/Movimento/article/view/87359. Acesso em: 30 nov. 2021.
SABOGA-NUNES, Luis. Perspectives on Salutogenesis of Scholars Writing in Portuguese. In: MITTELMARK, Maurice; SAGY, Shifra; ERIKSSON, Monica; BAUER, Georg; PELIKAN, Jürgen; LINDSTRÖM, Bengt; ESPNES, Geir Arild (Eds.). The Handbook of Salutogenesis. New York: Springer, 2017. p.415-421.
SANTIAGO, Maria Luci Esteves; PEDROSA, José Ivo Santos; FERRAZ, Alex Soares Marreiros. A formação em saúde à luz do projeto pedagógico e das diretrizes curriculares da Educação Física. Movimento, v. 22, n. 2, p. 443-457, abr./jun. 2016. DOI: https://doi.org/10.22456/1982-8918.57988. Disponível em: https://www.seer.ufrgs.br/Movimento/article/view/57988. Acesso em: 30 nov. 2021.
SANTOS, Jose Luis Guedes; ERDMANN, Alacoque Lorenzini; SOUSA, Francisca Georgina Macedo; LANZONI, Gabriela Marcelino de Melo; MELO, Ana Lúcia Schaefer Ferreira; LEITE, Josete Luzia. Perspectivas metodológicas para o uso da teoria fundamentada nos dados na pesquisa em enfermagem e saúde. Escola Anna Nery – Revista de Enfermagem, v. 20, n. 3, e20160056, p. 1-8, 2016. DOI: https://doi.org/10.5935/1414-8145.20160056. Disponível em: https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=127745807001. Acesso em: 3 mai. 2022.
SCALCO, Giovana Pereira da Cunha. Avaliação da versão brasileira em português da escala de senso de coerência: adaptação transcultural e propriedades psicométricas. 2016. 90f. Tese (Doutorado em Odontologia) - Faculdade de Odontologia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2016.
STENHOUSE, Laurence. Case study and case records: towards a contemporary history of education. British Educational Research Journal, v. 4, n. 2, p. 21–39, 1978. Disponível em: https://berajournals.onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1080/0141192780040202. Acesso em: 10 nov. 2021.
WARMLING, Cristine Maria; FAJARDO, Ananyr Porto; MEYER, Dagmar Estermann; BEDOS, Cristophe. Práticas sociais de medicalização & humanização no cuidado de mulheres na gestação. Cadernos de Saúde Pública, v. 34, p. e00009917, mar. 2018. DOI: https://doi.org/10.1590/0102-311X00009917. Disponível em: https://www.scielosp.org/article/csp/2018.v34n4/e00009917/. Acesso em: 01 dez. 2021.
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2022 Movimento (Porto Alegre)

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Los autores conservan los derechos de autor sobre los manuscritos presentados y conceden a Movimento el derecho a publicar el texto, de conformidad con la política de licencia abierta de la revista.
Movimento adopta la licencia Creative Commons Atribución 4.0 Internacional (CC BY 4.0), de conformidad con el modelo de Acceso Abierto (Open Access), que permite el acceso en línea, libre de restricciones (incluidas las económicas), a todos los textos científicos publicados por la revista.
Al presentar un manuscrito, los autores deberán declarar que conocen y aceptan las condiciones de la licencia de derechos de autor, la cual entrará en vigor en caso de que el manuscrito sea aceptado y publicado, conforme a los siguientes términos:
- El acceso abierto implica que el titular de los derechos de autor de un trabajo académico concede a terceros los derechos de uso mediante una licencia abierta (Creative Commons Attribution – CC BY 4.0).
- El acceso abierto garantiza el acceso gratuito e inmediato a los trabajos, permitiendo a cualquier usuario leer, descargar, copiar, distribuir, imprimir, buscar o enlazar el texto completo de los artículos, rastrearlos para su indexación, utilizarlos como datos para software o destinarlos a cualquier otro uso lícito.
Movimento alienta a los autores a autoarchivar los manuscritos aceptados en blogs personales, repositorios institucionales, redes sociales académicas y perfiles personales, siempre que se incluya la referencia bibliográfica completa de la versión publicada en el sitio web de la revista y/o en la colección SciELO.