Saltar muros, encantar escuelas
el Parkour como práctica corporal de resistencia y metáfora pedagógica contrahegemónica en la Educación Física Escolar
DOI:
https://doi.org/10.22456/1982-8918.147467Palabras clave:
Educación y Entrenamiento Físico, Parkour, Prácticas Corporales de Aventura, CurriculumResumen
Este ensayo propone una reflexión sobre el Parkour como práctica corporal de resistencia y metáfora pedagógica contrahegemónica en Educación Física Escolar (EFE). En diálogo con la Base Nacional Común Curricular (BNCC), discutimos los sentidos políticos y pedagógicos que emergen de la tematización del Parkour como práctica urbana de superación de obstáculos. Argumentamos que el Parkour, más que una técnica corporal, actúa como una provocación educativa, desafiando las lógicas curriculares normativas, las jerarquías corporales y las concepciones tradicionales de enseñanza. Al rescatar el potencial del cuerpo en movimiento como lenguaje y crítica, defendemos que prácticas como el Parkour pueden encantar la EFE al ampliar horizontes de invención, riesgo calculado y autonomía docente y disciente. En tiempos de agotamiento de los modelos tradicionales, reflexionar sobre el Parkour como gesto político-pedagógico también abrir paso a una escuela más creativa, inclusiva y conectada con las dinámicas contemporáneas.
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