O Financiamento da Educação Superior Argentina: sua trajetória e os desafios em tempos de direitas radicais
DOI:
https://doi.org/10.22491/2236-5907149106Palavras-chave:
Educação Superior, Política Fiscal, Distribuição de RendaResumo
Na Argentina, o sistema universitário público é financiado principalmente com recursos provenientes do orçamento anual sancionado pelo Congresso da Nação. O gasto com educação superior abrange as universidades nacionais e inclui, além disso, as despesas realizadas pelos governos subnacionais, principalmente concentradas nas universidades provinciais e nos institutos de educação superior não universitária. São instituições onde se cria conhecimento, permitem a mobilidade social ascendente, operam como escola de cidadania, contribuem para a cultura, ajudam na saúde (por meio de seus hospitais-escolas) e transformam o território. Operam com altos níveis de eficiência operacional e econômica, mantendo padrões muito altos de qualidade. Esses são os motivos que levam os opositores dessas instituições a atacá-las e, a Presidência da Nação, a lançar o maior experimento de desfinanciamento que já existiu na história recente da argentina.
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