Ni tan bueno como dicen, ni tan malo como piensan: el FUNDEB y la desigualdad educativa regional brasileña
DOI:
https://doi.org/10.22491/2236-5907135670Palabras clave:
Federalismo, Desigualdad Regional, IDEB, Regresión Lineal, Regresión CuantílicaResumen
¿Cuál es el efecto del FUNDEB sobre la desigualdad educativa entre los municipios en las diversas regiones del país? Parte de los trabajos identifica un efecto positivo y significativo, mientras que otros reportan un escenario contrario. La hipótesis inicial es que el arreglo federativo bajo el cual se materializa el FUNDEB ejerce un efecto positivo y significativo en la desigualdad educativa entre los municipios de las diversas regiones. Para probarla, se trabajó con datos del censo escolar, SIOPE (Sistema de Informaciones sobre Presupuestos Públicos en Educación) y Siconfi (Sistema de Informaciones Contables y Fiscales del Sector Público Brasileño) correspondientes al período entre 2008 y 2019. Se utilizaron modelos de regresiones con datos de panel lineal y cuantílico, cuyos resultados indican que no hay indicios de que el FUNDEB profundice la desigualdad educativa entre los municipios brasileños en las diferentes regiones, pero tampoco hay indicios de que el FUNDEB atenúe esas diferencias. En todas las regiones, el volumen de recursos aplicados por alumno es la variable que presenta el efecto positivo y significativo más robusto.
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