Ni tan bueno como dicen, ni tan malo como piensan: el FUNDEB y la desigualdad educativa regional brasileña

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22491/2236-5907135670

Palabras clave:

Federalismo, Desigualdad Regional, IDEB, Regresión Lineal, Regresión Cuantílica

Resumen

¿Cuál es el efecto del FUNDEB sobre la desigualdad educativa entre los municipios en las diversas regiones del país? Parte de los trabajos identifica un efecto positivo y significativo, mientras que otros reportan un escenario contrario. La hipótesis inicial es que el arreglo federativo bajo el cual se materializa el FUNDEB ejerce un efecto positivo y significativo en la desigualdad educativa entre los municipios de las diversas regiones. Para probarla, se trabajó con datos del censo escolar, SIOPE (Sistema de Informaciones sobre Presupuestos Públicos en Educación) y Siconfi (Sistema de Informaciones Contables y Fiscales del Sector Público Brasileño) correspondientes al período entre 2008 y 2019. Se utilizaron modelos de regresiones con datos de panel lineal y cuantílico, cuyos resultados indican que no hay indicios de que el FUNDEB profundice la desigualdad educativa entre los municipios brasileños en las diferentes regiones, pero tampoco hay indicios de que el FUNDEB atenúe esas diferencias. En todas las regiones, el volumen de recursos aplicados por alumno es la variable que presenta el efecto positivo y significativo más robusto.

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Biografía del autor/a

José Alexandre Silva Júnior, Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Maceió/AL – Brasil

José Alexandre da Silva Júnior é professor do Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade Federal de Alagoas, Professor do Mestrado Profissional em Políticas Públicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Pernambuco (2006), Mestrado em Ciência Política pela Universidade Federal de Pernambuco (2008) e Doutorado em Ciência Política pela Universidade Federal de Pernambuco (2013). Tem formação adicional em processamento e análise de dados quantitativos através do Curso de Metodologia Quantitativa oferecido pela Universidade Federal de Minas Gerais (2007/2009).

Renato Luis Pinto Miranda, Universidade Federal Fluminense (UFF), Niterói/RJ – Brasil

Renato Luis Pinto Miranda é doutor em Administração pela Universidade Federal da Bahia - UFBA, com estágio doutoral sanduíche pela Universidad Complutense de Madrid - UCM, Mestre em Administração pela Universidade Federal de Lavras - UFLA, graduado em Direito pela Universidade Católica de Salvador - UCSAL. Possui pesquisas nas áreas de Administração Pública, Planejamento, Estado, Federalismo, Finanças Públicas e Tributação. No âmbito do ensino, é Professor Associado II do Departamento de Administração (STA) da Universidade Federal Fluminense (UFF). 

Rodrigo Pereyra de Sousa Coelho , Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Maceió/AL – Brasil

Rodrigo Pereyra de Sousa Coelho é formado em ciências econômicas pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Trabalhou no DIEESE junto à Federação Única dos Petroleiros e ao Sindicato Nacional dos Aeronautas. Fez mestrado em economia social e do trabalho e doutorado em economia aplicada na Universidade Estadual de Campinas. Trabalhou nas Prefeituras Municipais de São Paulo, Osasco e Paulínia, todas no estado de São Paulo. Deu aula na Faculdade Santa Lúcia e na Universidade Federal do ABC. Desde setembro de 2019 é professor da Universidade Federal de Alagoas, onde ministra disciplinas do curso de Administração Pública e é pesquisador do Laboratório de Administração Pública Aplicada.

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Publicado

2025-05-07

Cómo citar

Silva Júnior, J. A., Miranda, R. L. P., & Coelho , R. P. de S. (2025). Ni tan bueno como dicen, ni tan malo como piensan: el FUNDEB y la desigualdad educativa regional brasileña. FINEDUCA - Revista De Financiamento Da Educação, 15. https://doi.org/10.22491/2236-5907135670

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