El fisicoculturismo brasileño como laboratorio corporal

biopolítica, estética y mercado del cuerpo

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-8918.153458

Palabras clave:

Fisicoculturismo, Cuerpo, Biopolítica, Identidad

Resumen

Este ensayo analiza la consolidación del fisicoculturismo brasileño en el escenario internacional a partir de las transformaciones contemporáneas en los modos de producir, gobernar y tornar visible el cuerpo. A partir de los aportes teóricos de Michel Foucault y Nikolas Rose, el fisicoculturista es comprendido como un sujeto que internaliza prácticas de bioascesis, autogobierno y responsabilización, convirtiendo el cuerpo en un proyecto técnico, estético y continuamente optimizable. El análisis sitúa el cuerpo en la intersección entre biopolítica, técnica, dinámicas de mercado y cultura digital, destacando cómo la mediatización del entrenamiento y de las rutinas cotidianas instituye regímenes de visibilidad continua mediados por plataformas digitales. Se sostiene que el posible surgimiento de uma “virada brasileña” del fisicoculturismo resulta de la convergencia entre una estética corporal históricamente producida en el contexto brasileño y la lógica de la cultura fitness digital, que transforma la disciplina en contenido, compromiso y capital simbólico. En este proceso, el fisicoculturismo brasileño opera como un laboratorio corporal de experimentación estética e identitaria, en el cual el cuerpo funciona como un artefacto ético, político y cultural, revelando tensiones centrales de la subjetividad contemporánea en un mundo globalizado.

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Biografía del autor/a

Eduardo Pinto Machado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Porto Alegre, RS, Brasil.

Possui graduação em Educação Física pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2009) e Mestrado e Doutorado em Ciências do Movimento Humano pela UFRGS. É Técnico em Assuntos Educacionais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Coordenador do Núcleo Acadêmico da Gerência Administrativa da ESEFID UFRGS. Tem experiência nas seguintes áreas: bodybuilding; fitness; preparação de atletas de fisiculturismo; esteroides anabolizantes; enhancement corporal; docência na Educação Física Escolar; currículo do Ensino Superior; formação inicial em Educação Física. Linha de Pesquisa: Representações Sociais do Movimento Humano; Formação em Educação Física.

Alan Camargo Silva, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Doutor em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil.

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Publicado

2026-07-30

Cómo citar

MACHADO, Eduardo Pinto; SILVA, Alan Camargo. El fisicoculturismo brasileño como laboratorio corporal: biopolítica, estética y mercado del cuerpo. Movimento, [S. l.], v. 32, p. e32034, 2026. DOI: 10.22456/1982-8918.153458. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/Movimento/article/view/153458. Acesso em: 3 ago. 2026.

Número

Sección

Ensayos

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