Agenciamientos corporales y el uso de drogas entre hombres homosexuales en Río de Janeiro
DOI:
https://doi.org/10.22456/1982-8918.135499Palabras clave:
Cuerpo, Centros de Acondicionamiento, Drogas Ilícitas, HomosexualidadResumen
En Río de Janeiro, los agenciamientos del cuerpo se presentan de manera única, vinculando los ideales de belleza al éxito y capital social para la comunidad gay. Este estudio tuvo como objetivo explorar los significados discursivos de hombres gays que usan drogas para moldear sus cuerpos. Se estudió a seis hombres homosexuales de clase media/alta a través de un enfoque cualitativo y etnográfico, con observación encubierta. La cocaína fue la sustancia más destacada utilizada para mejorar el rendimiento en los entrenamientos, lo que llevó a un aumento de la excitación y disposición sexual hacia parejas dentro y fuera de los gimnasios. Los resultados sugieren que el uso de drogas juega un papel significativo en la constitución del cuerpo y las experiencias sexuales de estos individuos en Río de Janeiro.Descargas
Citas
BECKER, Howard S. A escola de Chicago. Mana, v.2, n.2, p.177-188, 1996. DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-93131996000200008
BECKER, Howard S. Outsiders: estudos de sociologia do desvio. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2008.
BECKER, Howard. S. Falando da sociedade: ensaios sobre as diferentes maneiras de representar o social. Edição digital. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2011.
FIORE, Maurício. Uso de drogas: substâncias, sujeitos e eventos. 210 f. Tese (Doutorado em Ciências Sociais) – Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas/SP, 2013. Disponível em: http://www.neip.info/downloads/Fiore_Drogas_Sujeitos_2013.pdf. Acesso em: 20 maio 2024.
FRANÇA, Isadora Lins. Consumindo lugares, consumindo nos lugares: homossexualidade, consumo e subjetividades na cidade de São Paulo. 2012. 291 f. Tese (Doutorado em Ciências Sociais) – Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas/SP, 2010. Disponível em: https://repositorio.unicamp.br/acervo/detalhe/477922. Acesso em: 20 maio 2024.
GARCIA, Rafael Marques. Consumo de drogas em uma academia de ginástica do Rio de Janeiro: uma microrrealidade de homens gays. In: SILVA, Alan Camargo (org.). Corpo e práticas corporais em academias de ginástica. Curitiba/PR: Editora Bagai, 2022. p. 151-162.
GEERTZ, Clifford. Uma descrição densa: por uma teoria interpretativa da cultura. In: GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Guanabara, 1989. p. 13-41.
GIDDENS, Anthony. Modernidade e identidade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2002.
GONTIJO, Fabiano. Carioquice ou carioquidade? Ensaio etnográfico das imagens identitárias cariocas. In: GOLDENBERG, Mirian (org.). Nu & vestido: dez antropólogos revelam a cultura do corpo carioca. 2. ed. Rio de Janeiro: Record, 2007. p. 41-78.
IRIART; Jorge Alberto Bernstein; CHAVES, José Carlos; ORLEANS, Roberto Ghignone. Culto ao corpo e uso de anabolizantes entre praticantes de musculação. Cadernos de Saúde Pública, v. 25, n. 4, p. 773-782, abr. 2009. DOI https://doi.org/10.1590/S0102-311X2009000400008
LE BRETON, David. Adeus ao corpo: antropologia e sociedade. Campinas: Papirus, 2003.
MALYSSE, Stéphane. Em busca dos (H)alteres-ego: olhares franceses nos bastidores da corpolatria carioca. In: GOLDENBERG, Mirian (org.). Nu & vestido: dez antropólogos revelam a cultura do corpo carioca. 2. ed. Rio de Janeiro: Record, 2007. p. 79-138.
MAXWELL, Steven; SHAHMANESH, Maryam; GAFOS, Mitzy. Chemsex behaviours among men who have sex with men: a systematic review of the literature. International Journal of Drug Policy, v. 63, p. 74-89, 2019. DOI https://doi.org/10.1016/j.drugpo.2018.11.014
MINAYO, Maria Cecilia de Souza. Ética das pesquisas qualitativas segundo suas características. Revista Pesquisa Qualitativa, v. 9, n. 22, p. 521-539, dez. 2021. DOI: https://doi.org/10.33361/RPQ.2021.v.9.n.22.506
ORLANDI, Eni Puccinelli. A linguagem e seu funcionamento: as formas do discurso. 6. ed. Campinas: Pontes, 2011.
PEREIRA, Severino Joaquim Nunes; AYROSA, Eduardo André Teixeira. Corpos consumidos: cultura de consumo gay carioca. Organizações & Sociedades, v.19, n.61, p. 295-313, abr./jun. 2012a. Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/revistaoes/article/view/11199. Acesso em: 20 maio 2024.
PEREIRA, Severino Joaquim Nunes; AYROSA, Eduardo André Teixeira. Between two worlds: an ethnographic study of gay consumer culture in Rio de Janeiro. Brazilian Administration Review, v. 9, n. 2, art. 5, p. 211-228, abr./jun. 2012b. DOI https://doi.org/10.1590/S1807-76922012000200006
REIS, Diego Nunes. Homens distintos: consumo, construção do corpo e identidade gay viril. 119f. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) – Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre/RS, 2013. Disponível em: https://tede2.pucrs.br/tede2/bitstream/tede/4717/1/449067.pdf. Acesso em: 20 maio 2024.
RIBEIRO, Alexandre Gaspari. Que gay sou eu? Interseccionalidades em praias gays do Rio de Janeiro. 138f. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) – Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica/RJ, 2015. Disponível em: https://tede.ufrrj.br/jspui/handle/jspui/3134. Acesso em: 20 maio 2024.
SABINO, Cesar. Anabolizantes: drogas de Apolo. In: GOLDENBERG, Mirian (org.). Nu & vestido: dez antropólogos revelam a cultura do corpo carioca. 2. ed. Rio de Janeiro: Record, 2007. p. 139-187.
SILVA, Alan Camargo. Corpos no limite: suplementos alimentares e anabolizantes em academias de ginástica. Jundiaí/SP: Paco Editorial, 2017.
VELHO, Gilberto. Nobres & anjos: um estudo de tóxicos e hierarquia. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1998.
VIGARELLO, Georges. Historia de la belleza. El cuerpo y el arte de embellecer desde el Renacimiento hasta nuestros días. Buenos Aires: Ediciones Nueva Visión, Colección Cultura y Sociedad, 2005.
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2024 Movimento

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
La revista Movimento adopta la licencia Creative Commons Atribución 4.0 Internacional (CC BY 4.0) para los trabajos aprobados y publicados. Eso significa que los/as autores/as:
- mantienen los derechos autorales y conceden a la revista el derecho de primera publicación; y
- tienen derecho a compartir (copiar y redistribuir el material en cualquier medio o formato) y adaptar (remezclar, transformar y construir a partir del material para cualquier propósito, incluso comercialmente).