RAÇA E CIVILIDADE NOS JOGOS “PRETO X BRANCO”

Autores

  • Bruno Otávio de Lacerda Abrahão Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF
    • Antonio Jorge Gonçalves Soares UFRJ

      DOI:

      https://doi.org/10.22456/1982-8918.59026

      Palavras-chave:

      Futebol. Autocontrole. Relações raciais.

      Resumo

      São Paulo assistiu nas décadas de 20 e 30 do Século XX a realização do jogo “Preto X Branco”, partida de futebol cuja singularidade era opor autodeclarados pretos contra brancos. O objetivo deste artigo foi interpretar o significado do autocontrole da violência nesses jogos, a partir da percepção da imprensa da época. Utilizamos como fontes as matérias dos periódicos paulistas de 1927-1931. Concluímos que a ausência de manifestações de violência nesses jogos rituais era interpretada como prova do nível de desenvolvimento e da afirmação da convivência pacífica e civilizada entre as principais raças formadoras da nação brasileira.

       

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      Biografia do Autor

      Bruno Otávio de Lacerda Abrahão, Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF

      Especialista em Filosofia pela UFOP; Mestre e Doutor em Educação Física pela Universidade Gama Filho, área de concentração "Educação Física e cultura". Professor Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF.

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      Publicado

      2016-12-18

      Como Citar

      ABRAHÃO, Bruno Otávio de Lacerda; SOARES, Antonio Jorge Gonçalves. RAÇA E CIVILIDADE NOS JOGOS “PRETO X BRANCO”. Movimento, [S. l.], v. 22, n. 4, p. 1137–1148, 2016. DOI: 10.22456/1982-8918.59026. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/Movimento/article/view/59026. Acesso em: 25 jul. 2026.

      Edição

      Seção

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