O MEDO EM EDUCAÇÃO FÍSICA: UMA HISTÓRIA RECONHECÍVEL
DOI:
https://doi.org/10.22456/1982-8918.71272Palavras-chave:
Emoções. Curriculum oculto. Narrativa. Práticas analíticas criativas.Resumo
O medo condições como viver, aprender e crescer na escola. Com base em dados etnográficos, este estudo explora a experiência do medo em Educação Física (EF) através de uma perspectiva narrativa. Para analisar os dados e relatar os resultados foram utilizadas práticas analíticas criativas. O núcleo do artigo é uma história contada por Eva, uma estudante que enfrenta um exame de EF. Seu olhar evoca que faz ele medo em vários ambientes narrativos. A história é apresentada como um recurso para o pensamento e a experiência do medo em EF.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
A autoria detém os direitos autorais sobre os manuscritos submetidos e concede à revista Movimento o direito de publicar os textos, de acordo com a política de licença aberta adotada pelo periódico.
A revista Movimento adota a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0), seguindo o modelo de Acesso Aberto (Open Access), que permite o acesso virtual, sem restrição (incluindo as financeiras), a todos os textos científicos publicados pelo periódico.
Ao realizar a submissão do manuscrito, a autoria precisa declarar estar ciente das licenças de direitos autorais que entrarão em vigor caso o manuscrito seja aceito e publicado, conforme termos descritos abaixo:
- O acesso aberto é a condição em que a/o detentor/a dos direitos autorais de um trabalho acadêmico concede direitos de uso a terceiros usando uma licença aberta (Creative Commons Attribution, CC-BY);
- O acesso aberto é gratuito e imediato ao trabalho, autorizando qualquer usuária/o a ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou vincular os textos completos dos artigos, rastreá-los para indexação, passá-los como dados para software ou usá-los para qualquer outra finalidade legal.
A revista Movimento encoraja a autoria a autoarquivar os manuscritos aceitos, disponibilizando-os em blogs pessoais, repositórios institucionais, mídias sociais acadêmicas e também em perfis pessoais, desde que seja incluída a referência completa à versão publicada no website do periódico e/ou na página da coleção SciELO.