Iluminação integrativa
distinções entre métricas circadianas, normas e certificações e satisfação do usuário
Palavras-chave:
Iluminação integrativa, Lux melanópico equivalente, Estímulo circadianoResumo
Pesquisas sobre os efeitos não visuais da luz demonstram que exigências tradicionais de iluminação, focadas exclusivamente no desempenho visual, são insuficientes para assegurar a saúde e o bem-estar. Objetivou-se comparar as métricas circadianas Equivalent Melanopic Lux (EML) e Circadian Stimulus (CS), calculadas a partir de dados experimentais obtidos em estudo de campo com participantes (n=16) em câmara climática localizada em Karlsruhe, Alemanha (49,0069° N; 8,4037° L), sob diferentes condições de exposição luminosa, considerando normas e certificações vigentes. Analisou-se a conformidade das situações de exposição luminosa quanto à satisfação dos usuários e às respostas fisiológicas durante o período de exposição. Os resultados indicaram que, embora exista convergência entre as duas métricas, ocorreram divergências quanto à invariabilidade do CS em relação ao tipo de exposição luminosa, bem como diferenças entre ambas quanto ao mínimo diário requerido para estímulo circadiano. Em relação aos dados de campo, os resultados evidenciaram divergências entre a satisfação com o ambiente luminoso, as respostas fisiológicas, representadas pela evolução da temperatura da pele durante as sessões experimentais, e as métricas analisadas. A principal contribuição do estudo foi verificar a consistência de métricas introduzidas recentemente pela Commission Internationale de l`Eclairage quanto a dados de campo e de satisfação do usuário.
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