La ciudad que se convirtió en casa

consideraciones sobre el juego libre y espontáneo durante el período de aislamiento social 2020

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-8918.117179

Palabras clave:

Juego libre, Juego espontáneo, Fenomenología, Ocio

Resumen

En marzo de 2020 estábamos en las calles de las ciudades observando el juego libre y espontáneo de los niños en diferentes espacios, cuando nos sorprendió la pandemia. Se implementaron diversas medidas de aislamiento y distanciamiento social. En este escenario, comenzamos a preguntarnos cómo sería el juego libre y espontáneo dentro de las residencias de familias aisladas. A través de la mirada fenomenológica, comenzamos a buscar formas de acercarnos a la experiencia vivida de los niños de forma remota y a través de sus responsables. Dialogamos con 55 familias a lo largo de cuatro meses. Nos dimos cuenta de que investigar el juego durante el aislamiento social correspondía a investigar un fenómeno que ocurre dentro de las casas en otros momentos, sin embargo, en el periodo de aislamiento, con tiempos más largos y con menos restricciones de acceso a objetos y habitaciones. En diálogo con autores, se evidencian las provocaciones que los distintos espacios de la casa generaron en los niños a partir del juego libre y espontáneo.

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Biografía del autor/a

Renata Dias de Carvalho Meirelles, Universidade de São Paulo, Faculdade de Educação, Departamento de Administração Escolar, São Paulo, SP

Mestre em Educação pela Universidade de São Paulo. Coordena o programa Território do Brincar e é idealizadora do projeto Bira – Brincadeiras Infantis da Região Amazônica. É autora dos livros Giramundo – e Outros Brinquedos e Brincadeiras dos Meninos do Brasil (2007) e Cozinhando no Quintal (2009), entre outros.

Sandra Eckschmidt, Universidade Federal de Santa Catarina, Faculdade de Educação, Departamento de Educação, Florianópolis, Santa Catarina

Sandra Eckschmidt é Doutora em educação pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), no Programa de Pós Graduação em Educação. Coordena a Casa Amarela, escola de educação infantil fundamentada na Pedagogia Waldorf, e o curso de formação em Pedagogia Waldorf, em Florianópolis, bem como o Centro de Estudos Casa Amarela. Atua na área da infância, do brincar, e é autora dos livros A Arte de Lembrar e Esquecer: Narrativas Autobiográficas de Professores sobre a Sua Infância e Ndiphilile: Eu Estou Viva! e coautora de A Bola e a Boneca, entre outros.

Elisa Hornett, Schumacher College, Old Postern Lodge, Dartington, Totnes, Reino Unido

Elisa Hornett é educadora e pesquisadora da infância. Atua com as crianças na escola Casa Redonda (Carapicuíba, São Paulo), e é pesquisadora do projeto Território do Brincar. É mestra em Ciências Holísticas pelo Schumacher College (Inglaterra) e membro da comunidade de pesquisa Schumacher Research-In-Action, onde atua como pesquisadora desde 2018.

Gabriel Limaverde, State University of New York, Suny Buffalo, Nova York, Estados Unidos

Educador e pesquisador das infâncias. Atuou como professor, diretor de escola e artista de experiências de aprendizado durante 10 anos em Moçambique. É formado em filosofia pela Universidade de São Paulo (USP), possui especialização em educação inclusiva e gestão das diferenças pelo Instituto Singularidades, mestrado em ética aplicada pelas universidades Linkoping e NTNU, e mestrado em educação internacional pela Suny Buffalo.

Lia Mattos, Universidade de Minho, Estudos da Criança, Braga, Portugal

Doutoranda em Estudos da Criança (UMinho/Portugal), mestre em Antropologia (UFSC), especialista em arte-educação e cultura brasileira (UFBA). Conselheira biográfica em formação (Associação Sagres - Florianópolis), autora de livros e artigos.

Reinaldo Nascimento, Equipe Internacional da Pedagogia da Emergência, Associação da Pedagogia de Emergência no Brasil, São Paulo, Brasil

Terapeuta social e educador físico. Como integrante da equipe internacional da Pedagogia de Emergência, coordenou ações em diversos locais, como Quênia, em 2012; Faixa de Gaza, em 2014, Curdistão-Iraque, de 2014 a 2017; Estados Unidos, em 2018; e Brumadinho/MG e Moçambique, em 2019. Trabalha na formação de professores e educadores no Brasil, na Suíça, na Alemanha, nos Estados Unidos e na Colômbia, entre outros países. Tem artigos e livros publicados sobre o tema infância, trauma e brincar. 

Soraia Chung Saura, Universidade de São Paulo, Escola de Educação Física e Esporte, Departamento de Pedagogia do Movimento do Corpo Humano, São Paulo, SP.

Docente do Departamento de Pedagogia do Movimento do Corpo Humano da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE-USP), coordenadora do Centro de Estudos Socioculturais - EEFE-USP, orientadora nos Programas de Pós Graduação da EEFE-USP e da FE-USP. Membra Ad-Hoc do Advisory Committee on the Safeguarding and Promotion of Traditional Sports and Games ONU/UNESCO.

Citas

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Publicado

2022-12-20

Cómo citar

MEIRELLES, Renata Dias de Carvalho; ECKSCHMIDT, Sandra; HORNETT, Elisa; LIMAVERDE, Gabriel; MATTOS, Lia; NASCIMENTO, Reinaldo; SAURA, Soraia Chung. La ciudad que se convirtió en casa: consideraciones sobre el juego libre y espontáneo durante el período de aislamiento social 2020. Movimento, [S. l.], v. 28, p. e28073, 2022. DOI: 10.22456/1982-8918.117179. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/Movimento/article/view/117179. Acesso em: 18 ago. 2026.

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