AS REPORTAGENS DAS MÍDIAS ESTRANGEIRAS SOBRE O BRASIL DOS MEGAEVENTOS ESPORTIVOS: SOFT POWER, PERIFERIA E DEPENDÊNCIA

Marco Bettine, Diego Gutierrez, Billy Graeff

Resumo


Neste artigo, a partir da análise de reportagens de nove jornais estrangeiros publicadas durante a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos realizados no Brasil, discutimos se a categoria soft power pode ser aplicada ao Brasil dos megaeventos esportivos. Consideramos que a categoria não pode ser aplicada em nações periféricas e deve ser repensada para países de economia dependente. Por isso, propomos de maneira embrionária uma redefinição da teoria de soft power. Neste contexto, surge a categoria “soft power heterodoxo”. A partir de tal categoria, consideramos que os jornais analisados retrataram dois países em um mesmo território, um em 2014 e outro em 2016. Levantamos cinco hipóteses para compreender este fenômeno: organização, dimensão, características, logística, desinteresse. Ademais, este estudo evidencia que não há elementos que possam corroborar avanço no soft power do Brasil a partir das Copa do Mundo (2014) e dos Jogos Olímpicos (2016).

 


Palavras-chave


Esportes. Brasil. Soft power. Mídias sociais. Sul Global.

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DOI: https://doi.org/10.22456/1982-8918.82438

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