CIENTISMO E CREDULIDADE OU A PATOLOGIA DO SABER EM CIÊNCIAS DO DESPORTO

Francisco Sobral

Resumo


Em conformidade com o título que escolhi para esta exposição, irei desenvolver sumariamente três teses que proponho desde já ao vosso exame e que são: (1) A produção científica na órbita do desporto reflecte sobretudo as condições institucionais em que tem sido realizada e, na ausência de uma tradição científica longa e coerente, é mais vulnerável às distorções já identificadas em outras disciplinas. (2) Desprovida de uma unidade interna, esta produção atomiza-se, como nenhuma outra, em subdisciplinas, subdomínios e especialidades que, numa escala reduzida, reproduzem a imagem de um amplo sector do panorama científico dos nossos dias. (3) Neste contexto de crise de identidade epistemológica, não se destaca nenhum «paradigma emergente» capaz de alterar o sentido e o conteúdo da investigação, nem essa preocupação transparece da prática daqueles que são os únicos em condições de o conceptualizar, propor e impor, ou seja, os próprios investigadores científicos.

Palavras-chave


Ciências. Filosofia. Ciências do desporto.

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DOI: https://doi.org/10.22456/1982-8918.2194



 

 


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