Três é demais? Problematizando a estrutura em três atos no ensino de roteiro

Alfredo Oliveira Suppia, Natasha Romanzoti

Resumo


O objetivo deste artigo é investigar a eficácia, amplitude e aplicabilidade do modelo da estrutura dramática em três atos, conhecido como o “paradigma”, termo cunhado por Syd Field. Pretendemos também problematizar o influente modelo da “jornada do herói”, de Christopher Vogler, em sua eventual combinatória com o “paradigma”. Para tal, examinaremos os seguintes curtas-metragens: Things that go bump in the night, O pão e o beco, Esconde-esconde, Fantasmas e Contagem. Conforme a análise desses filmes procura demonstrar, a aplicação universal do modelo dramático tripartite pode dar margem a problemas e questionamentos, sobretudo no âmbito do ensino da teoria e prática do roteiro baseado em casos aleatórios do cinema mundial.


Palavras-chave


Roteiro. Estrutura dramática. Cinema brasileiro. Curta-metragem.

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.19132/1807-8583201944.144-160



Intexto | E-ISSN 1807-8583 | Facebook | Google Scholar 

Classificação Qualis: B1 - Comunicação, Informação, História, Letras/Linguística  | B2 - Psicologia | B3 - Ciência Política e Relações Internacionais, Arquitetura, Urbanismo e Design, Ciências Ambientais, Interdisciplinar | B4 - Sociologia. 

Programa de Pós-graduação em Comunicação | Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Rua Ramiro Barcelos, 2705 sala 519 - Porto Alegre, RS, Brasil | E-mail: Intexto @ufrgs.br

Membro Associação Brasileira de Editores Científicos 

Signatária DORA (San Francisco Declaration on Research Assessment)