Aspectos do imaginário e da comunicação em Grande Sertão: Veredas
DOI:
https://doi.org/10.19132/1807-8583201740.96-113Palabras clave:
Literatura brasileira. Comunicação. Grande Sertão, Veredas. Guimarães Rosa. Entremeios.Resumen
Trata-se de uma leitura crítica de imagens do livro Grande Sertão: Veredas (de 1956), com destaque para aspectos da comunicação e do incomunicável. O imaginário do livro flutua entre imagens da indeterminação, da ambiguidade e da mistura nos “entremeios”: coisas-dentro-das-coisas e coisas-entre-as-coisas. O artigo propõe uma problematização da relação estética do leitor e da leitura da obra, a partir da sua forma poética. Além disso, são feitas considerações sobre o imaginário e o pensamento comunicacional.Descargas
Citas
ARRIGUCCI JÚNIOR, D. O mundo misturado: romance e experiência em Guimarães Rosa. Novos Estudos CEBRAP, São Paulo. n. 40, p. 7-29, nov. 1994,.
BAITELLO JÚNIOR. N. A era da iconofagia. São Paulo: Hacker, 2005.
BRUYAS, J. Técnica, estruturas e visão em Grande sertão: veredas. In: COUTINHO, E. (Org.). Guimarães Rosa. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1983. p. 458-477. (Coleção Fortuna Crítica, 6).
CANDIDO, A. O Homem dos avessos. In: CANDIDO, A. Tese e antítese. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1964.
CALVINO, I. Seis propostas para o próximo milênio. São Paulo: Cia das Letras, 1990.
DANTAS, P. Sagarana emotiva – cartas de João Guimarães Rosa [a] Paulo Dantas. São Paulo: Duas Cidades, 1975.
GINZBURG, C. O fio e os rastros. Verdadeiro, falso, fictício. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
GALVÃO, W. N. As formas do falso. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 1986.
HAZIN, E. A. L. No nada, o infinito. Da gênese de Grande Sertão: Veredas. Tese (Doutorado em Letras) - Universidade de São Paulo, São Paulo, 1991.
HEIDEGGER, M. Para quê poetas? In: HEIDEGGER, M. Caminhos de floresta. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1998.
HERÁCLITO. Fragmentos contextualizados. Rio de Janeiro: Difel, 2002.
HANSEN, João Adolfo. Forma, indeterminação e funcionalidade das imagens de Guimarães Rosa. In: SECCHIN, Antonio Carlos et al. (Org.). Veredas no sertão rosiano. Rio de Janeiro: 7Letras, 2007. p. 29-49.
HOISEL, E. Grande Sertão: Veredas – uma escritura biográfica. Salvador: Academia de Letras da Bahia, 2006.
KAMPER, D. Imagem. In: CASTRO, G. Mídia e imaginário. São Paulo: Annablume, 2010.
MORIN, E. Cultura de massa no século XX. Rio de Janeiro: Forense universitária, 2005.
MICHAELIS. Moderno dicionário da língua portuguesa. São Paulo: Companhia Melhoramentos, 1998.
OLIVEIRA, F. [Entrevista]. In: HAZIN, E. A. L. No nada, o infinito. Da gênese de Grande Sertão: Veredas. Tese (Doutorado em Letras) - Universidade de São Paulo, São Paulo, 1991.
PROENÇA, M. C. Trilhas no grande sertão. Rio de Janeiro: Ministério da Educação e Cultura, 1958. (Cadernos de Cultura, 114).
RIEDEL, D. C. Aspectos da imagísticas em Guimarães Rosa. Tese (Cátedra) - Faculdade de Filosofia, Ciência e Letras, Universidade Estado da Guanabara, Rio de Janeiro, 1962.
RÓNAI, P. [Entrevista]. In: HAZIN, E. A. L. No nada, o infinito. Da gênese de Grande Sertão: Veredas. Tese (Doutorado em Letras) - Universidade de São Paulo, São Paulo, 1991.
ROSA, J. G. Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.
ROSA, J. G. Tutameia. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009.
ZAMBRANO, M. A metáfora do coração. Lisboa: Assírio & Alvim, 2000.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2017 Gustavo Castro Silva

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.
Los derechos de autor de los artículos publicados en esta Revista pertenecen a los autores, y los derechos de la primera publicación están garantizados para la revista. Por estar publicados en una revista de acceso libre, los artículos son de uso gratuito, con la atribución apropiada, en las actividades educativas y no comerciales.
La revista utiliza la Licencia Creative Commons Attribution (CC BY-NC 4.0), que permite el intercambio de trabajo con el reconocimiento de la autoría.
Autoarchivo (política de repositorios): se permite a los autores depositar todas las versiones de sus trabajos en repositorios institucionales o temáticos, sin período de embargo. Se solicita, siempre que sea posible, que se agregue la referencia bibliográfica completa de la versión publicada en Intexto (incluido el enlace DOI) al texto archivado.
Intexto no cobra ninguna tarifa por el procesamiento de artículos (article processing charge).





