Das cores semióticas (a bem dizer da interligação entre comunicação e produção de sentido)
DOI:
https://doi.org/10.19132/1807-8583201637.437-450Palabras clave:
Semiótica. Comunicação. Cultura. Produção de sentido. Modelos de análise.Resumen
Este ensaio recupera, numa visão crítica, a possibilidade de entender a semiótica como uma metodologia de comunicação. Para tanto, debruça-se sobre a proposta metodológica presente no legitimado modelo semiótico textual e enunciativo criado por Umberto Eco, nos idos de 1978 e 1980. Refletindo sobre os percursos metodológicos que o autor constrói, redimensiona o leitor-modelo e o atualiza no papel de enunciatário. Prevendo analisar os produtos culturais contemporâneos, tal modelo reconstrói um simulacro de emissor/receptor, que o próprio tecido textual promove e repensa as estratégias de leitura passíveis de serem aplicadas a toda e qualquer tessitura comunicacional.
Descargas
Citas
BARTHES, Roland. Leçon. Paris: Seuil, 1978.
ECO, Umberto. Seis passeios pelos bosques da ficção. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 2009.
ECO, Umberto. Kant e o ornitorrinco. Rio de Janeiro: Record, 1998.
ECO, Umberto. Os limites da interpretação. São Paulo: Perspectiva, 1995.
ECO, Umberto. Lector in fabula. Lisboa: Editorial Presença, 1983.
ECO, Umberto. A misteriosa chama da rainha Loana. Rio de Janeiro: Record, 2005.
PEIRCE, Charles Sanders. Collected papers. Cambridge: Harvard University, 1958. v. 8.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2016 Eliana Pibernat Antonini

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.
Los derechos de autor de los artículos publicados en esta Revista pertenecen a los autores, y los derechos de la primera publicación están garantizados para la revista. Por estar publicados en una revista de acceso libre, los artículos son de uso gratuito, con la atribución apropiada, en las actividades educativas y no comerciales.
La revista utiliza la Licencia Creative Commons Attribution (CC BY-NC 4.0), que permite el intercambio de trabajo con el reconocimiento de la autoría.
Autoarchivo (política de repositorios): se permite a los autores depositar todas las versiones de sus trabajos en repositorios institucionales o temáticos, sin período de embargo. Se solicita, siempre que sea posible, que se agregue la referencia bibliográfica completa de la versión publicada en Intexto (incluido el enlace DOI) al texto archivado.
Intexto no cobra ninguna tarifa por el procesamiento de artículos (article processing charge).






