Participação Social e Saúde Mental: entre silenciamentos, silêncios e protagonismos
DOI:
https://doi.org/10.22456/2238-152X.113411Palabras clave:
Participação Social, Saúde Mental, Mulheres.Resumen
Estamos perdendo! No período entre 2016-2020, a Participação Social e a Política de Saúde Mental, no Sistema Único de Saúde (SUS), têm sofrido ameaças e riscos. O Brasil encontra-se em intenso conservadorismo político, produzindo marcas em sua incipiente democracia. Estaremos regredindo? A partir desse cenário, observa-se que o país está perdendo em termos de democracia participativa na política de saúde mental. Este ensaio teórico-crítico tem por objetivo analisar a situação atual da Política de Saúde Mental a partir da discussão sobre as possibilidades de participação e protagonismo das mulheres. Trata-se, também, de uma reflexão sobre o silêncio-silenciamento. Por que perdura uma prática de silenciamento das mulheres no SUS? Como produzir participação e protagonismo em saúde mental neste contexto? O ensaio sugere dois caminhos: a) demolição das barreiras simbólicas, construídas pelos sistemas de representações sociais sobre mulheres/usuárias do SUS, e (b) o grupo/coletivo como estratégia para ativar a participação e protagonismo.
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