TEMPOS E ESPAÇOS DE GINÁSTICA: SENTIDOS E SENSIBILIDADES QUE SE EDUCAM

Autores

  • Diogo Rodrigues Puchta Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG)
  • Marcus Aurelio Taborda de Oliveira Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-8918.90303

Palavras-chave:

História. Educação Física. Ginástica.

Resumo

O artigo tem como objetivo observar prescrições sobre a definição dos espaços e dos tempos para a prática da ginástica nas escolas, no período compreendido entre as três últimas décadas do século XIX e as duas primeiras do século XX. Para a sua escrita, foram mobilizadas diferentes fontes documentais, como programas de ensino, propostas legislativas e manuais de ginástica. A partir das análises foi possível perceber que a escolarização da ginástica representou não apenas a resposta a um novo tipo de sensibilidade, mas a sua produção, como a própria definição de novos valores e costumes na viragem dos oitocentos para o início do século XX.

 

Downloads

Não há dados estatísticos.

Downloads

Publicado

2019-12-09

Como Citar

PUCHTA, D. R.; TABORDA DE OLIVEIRA, M. A. TEMPOS E ESPAÇOS DE GINÁSTICA: SENTIDOS E SENSIBILIDADES QUE SE EDUCAM. Movimento, [S. l.], v. 25, p. e25085, 2019. DOI: 10.22456/1982-8918.90303. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/Movimento/article/view/90303. Acesso em: 1 jul. 2022.

Edição

Seção

Artigos Originais