To turn the game around
young people propose actions to fight misinformation
DOI:
https://doi.org/10.1590/1808-5245.32.148409Keywords:
desinformation, youth, media literacyyouth, media literacyAbstract
Disinformation is the main global challenge today, according to UNESCO. In this scenario, young people, as active users of digital environments, are both susceptible to it and potential agents of solution. This article therefore seeks to answer the research question: what would young people do to combat disinformation? Based on the content analysis of proposals from 486 young people from Salvador and Porto Alegre, the objective of this study is to present and discuss them in light of the theoretical framework. The research approach is qualitative, basic in nature, and exploratory in nature. Among the main results, young people prioritize strengthening information literacy, whether through public policies or classroom approaches, in addition to advocating for more responsible individual behaviors in fact-checking and content production. Participants also demanded accountability from various social actors, called for stricter legislation for digital platforms, and proposed more effective penalties for the spread of disinformation, among other highlights. It is hoped that the voices of young people will be given greater value and will contribute to discussions and public policies.
Downloads
References
ARAÚJO, C. A. A. A pós-verdade como desafio central para a ciência da informação contemporânea. Em Questão, Porto Alegre, v. 27, n. 1, p. 13-29, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.19132/1808-5245271.13-29. Acesso em: 16 jun. 2025.
BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 2016.
BLOTTA, V.; BUCCI, E. Desinformação, democracia e regulação. Estudos Avançados, São Paulo, v. 39, n. 113, p. 1-16, 2025. Disponível em:
https://doi.org/10.1590/s0103-4014.202539113.015. Acesso em: 16 jun. 2025.
BRASIL. Lei n. 12.852, de 5 de agosto de 2013. Estatuto da Juventude. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, ano 150, n. 150, p. 1, 6 ago. 2013.
BRASIL. Lei n. 15.100, de 13 de janeiro de 2025. Dispõe sobre a utilização, por estudantes, de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais nos estabelecimentos públicos e privados de ensino da educação básica. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, ano 163, n. 9, p. 1, 14 jan. 2025a.
BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Básica. Resolução CNE/CEB n. 2, de 21 de março de 2025. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, ano 163, n. 56, p. 34-36, 24 mar. 2025b.
BRASIL. Ministério da Educação. Escolas Conectadas. Educação digital e midiática: como elaborar e implementar o currículo nas escolas, Brasília: Ministério da Educação, 2025c.
BRASIL. Secretaria de Comunicação Social. Estratégia brasileira de educação midiática. Brasília: Presidência da República, 2023.
BRASIL. Senado Federal. Projeto de Lei n. 2.630/2020. Institui a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet. Brasília: Senado Federal, 2020.
BUCKINGHAM, D. A evolução da educação midiática no Reino Unido: algumas lições da história. Comunicação e Educação, São Paulo, v. 21, n. 1, p. 73-83, 2016. Disponível em: https://doi.org/10.11606/issn.2316-9125.v21i1p73-83. Acesso em: 16 jun. 2025.
BUCKINGHAM, D. Teaching media in a “post-truth” age: fake news, media bias and the challenge for media/digital literacy education. Cultura y Educacion, London, v. 31, n. 2, p. 213-231, 2019. Disponível em: https://doi.org/10.1080/11356405.2019.1603814. Acesso em: 16 jun. 2025.
BURKE, P. Manipulating the media: a historian’s view. Revista Brasileira de História da Mídia, São Paulo, v. 7, n. 1, p. 8-19, 2018.
CALIXTO, D.; LUZ-CARVALHO, T. G.; CITELLI, A. David Buckingham: a educação midiática não deve apenas lidar com o mundo digital, mas sim exigir algo diferente. Comunicação & Educação, São Paulo, v. 25, n. 2, p. 127-137, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.11606/issn.2316-9125.v25i2p127-137. Acesso em: 16 jun. 2025.
CASTELO, L.; SILVA, V. H.; OLIVEIRA, L. Responsabilização das redes sociais é avanço, mas faltam detalhes, dizem especialistas. G1, Rio de Janeiro, 12 jun. 2025.
CGI.br. TIC Domicílios 2024. São Paulo: Comitê Gestor da Internet no Brasil, 2025.
DEDAVID, D.; MARTINI, P.; BORGES, J. Educação em informação como resistência à desinformação. Revista EDICIC, San José, Costa Rica, v. 3, n. 3, p. 1-10, 2023. Disponível em: https://doi.org/10.62758/re.v3i3.282. Acesso em: 16 jun. 2025.
GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 2008.
GROSSI, M. G. R.; LEAL, D. C. C. C.; SILVA, M. F. Educação midiática, cultura digital e as fake news em tempos de pandemia. Educação em Revista, Marília, v. 22, n. esp. 2, p. 179-198, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.36311/2236-5192.2021.v22esp2.p179. Acesso em: 16 jun. 2025.
HOBBS, R. Propaganda in an age of algorithmic personalization: expanding literacy research and practice. Reading Research Quarterly, New Jersey, v. 55, n. 3, p. 521-533, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.1002/rrq.301. Acesso em: 16 jun. 2025.
JENSON, J. Mapping social cohesion. The state of Canadian Research. CPRN Study, n. F׀03. Ottawa: Renouf Publishing, 1998.
JESUS-SILVA, T. H. Desinformação e economia política nas plataformas digitais. Lumina, Juiz de Fora, v. 18, n. 3, p. 117-134, 2024. Disponível em:
https://doi.org/10.34019/1981-4070.2024.v18.44963. Acesso em: 16 jun. 2025.
LABOISSIÈRE, P. Desinformação é principal risco global para 2025, afirma Unesco. Agência Brasil, Brasília, 20 maio 2025.
MACHUY, C.; SCHNEIDER, M.; AGUIAR, J. Bolhas da extrema-direita e validação institucional da desinformação. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 23., 2023, Brasília. Anais [...]. Rio de Janeiro: ANCIB, 2023.
MARQUES, J. F.; ALVES, E. C. Entre regimes de informação e desinformação: modos de produção informacional na contemporaneidade. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 29, p. 1-24, 2024. Disponível em:
https://doi.org/10.1590/1981-5344/51478. Acesso em: 16 jun. 2025.
ONU. Princípios globais das Nações Unidas para a integridade das informações. New York: ONU, 2024.
OLIVEIRA, D. F.; MARQUES, R. M. O ataque das plataformas digitais contra o projeto de lei das fake news: uma análise sob as lentes do colonialismo digital e do colonialismo de dados. Tendências da Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação, Rio de Janeiro, v. 17, p. 1-26, 2024.
RICHARDSON, R. J. et al. Pesquisa social: métodos e técnicas. São Paulo: Atlas, 2012.
SCHREIBER, M. Alexandre de Moraes sobre as ‘big techs’: ‘Se você monetiza, deve assumir a responsabilidade’. BBC News Brasil, São Paulo, 12 jun. 2025.
SIQUEIRA, E. R. B. Fake news. JusBrasil, São Paulo, 10 mar. 2023.
SILVA, D. Pelo celular e pelas ruas de Salvador: participação política de jovens e a relação com as competências infocomunicacionais. 2022. Tese (Doutorado em Comunicação e Cultura Contemporâneas) - Faculdade de Comunicação, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2022.
SILVA, T.; BUCKSTEGGE, J.; ROGEDO, P. Estudando cultura e comunicação com mídias sociais. Brasília: IBPAD, 2018.
UNESCO. Media and information literacy: policy guidance for people-centred approaches. Paris: UNESCO, 2021.
VÁZQUEZ, A. S. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.
WARDLE, C. A new world disorder. Scientific American, New York, v. 321, n. 3, p. 88-95, 2019. Disponível em: https://doi.org/10.1038/scientificamerican0919-88. Acesso em: 16 jun. 2025.
WARDLE, C; DERAKHSHAN, H. Information Disorder: toward an interdisciplinary framework for research and policy making, Strasbourg: Council of Europe, 2017.
ZATAR, M. Competência [em mídia] em informação e desinformação: um caminho pela harmonia. Revista Síntese, Rio de Janeiro, v. 13, n. 1, p. 59-69, 2019. Disponível em: https://doi.org/10.70690/b7d4as27. Acesso em: 16 jun. 2025.
ZUBOFF, S. A era do capitalismo de vigilância. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2021.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2025 Daniela Silva, Carolayne Barros, Matheus Levandoski

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Authors who publish with this journal agree to the following terms:
Authors will keep their copyright and grant the journal with the right of first publication, the work licensed under License Creative Commons Attribution (CC BY 4.0), which allows for the sharing of work and the recognition of authorship.
Authors can take on additional contracts separately for non-exclusive distribution of the version of the work published in this journal, such as publishing in an institutional repository, acknowledging its initial publication in this journal.
The articles are open access and free. In accordance with the license, you must give appropriate credit, provide a link to the license, and indicate if changes were made. You may not apply legal terms or technological measures that legally restrict others from doing anything the license permits.






