Fluxos e territorialidade: comunidade quilombola como linha de fuga

Ione Maria Ghislene Bentz

Resumo


Este texto tem por objetivo o estudo da cultura quilombola na migração para espaços urbanos. O território urbano em foco é a Comunidade Quilombola Areal da Baronesa, situada em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. O referencial teórico tem inspiração nos desdobramentos das máquinas semióticas desenvolvidas
por Deleuze e Guattari, com ênfase nos conceitos de fluxos e territorialidade. Serão analisados os significados simbólicos dos artefatos - comportamentos, rituais, práticas cotidianas, entre outras manifestações da Comunidade do Areal. As práticas de cultura estimulam as práticas de design. Essas práticas oferecem
insumos para a discussão que as consideram como ecossistemas cujos processos projetuais criativos são capazes de produzir artefatos que transformam a realidade social. Serão contempladas a produção dos efeitos de sentidos, as expressões de cultura, o exercício do poder simbólico, as expressões do desejo e a inovação social.


Palavras-chave


Cultura. Design. Territorialidade. Linhas de fuga. Comunidade.

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.19132/1807-8583201637.227-241



Intexto | E-ISSN 1807-8583 | Facebook | Google Scholar 

Classificação Qualis: B1 - Comunicação, Informação, História, Letras/Linguística  | B2 - Psicologia | B3 - Ciência Política e Relações Internacionais, Arquitetura, Urbanismo e Design, Ciências Ambientais, Interdisciplinar | B4 - Sociologia. 

Programa de Pós-graduação em Comunicação | Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Rua Ramiro Barcelos, 2705 sala 519 - Porto Alegre, RS, Brasil | E-mail: Intexto @ufrgs.br

Membro Associação Brasileira de Editores Científicos 

Signatária DORA (San Francisco Declaration on Research Assessment)