Sociedade em Rede e o entrecruzamento das linguagens artísticas
reflexões sobre Parabolic People
DOI:
https://doi.org/10.19132/1807-8583.57.146568Palabras clave:
Parabolic People, sociedade em rede, análise fílmica, multiplicidade, audiovisualResumen
O objetivo deste artigo é analisar, a partir de trechos do filme Parabolic People de 1991, da diretora Sandra Kogut, a multiplicidade e o entrecruzamento das linguagens artísticas, situando essas características do audiovisual como elementos constitutivos da produção artística a partir da década de 70, no contexto das transformações que definem a chamada “sociedade em rede”. Os filmes e vídeos, portanto, constituem referências fundamentais para esta investigação, sendo utilizados para evidenciar como algumas transformações surgem na própria prática fílmica e videográfica, como modo não apenas de questionar os próprios suportes da produção audiovisual, mas também enquanto expressão sintomática de novos regimes de percepção e comunicação e, consequentemente, das relações temporais e espaciais da sociedade.
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