O renascimento da personagem Mariana
resistência à violência de gênero ou re-existência da violência de gênero em Renascer?
DOI:
https://doi.org/10.22456/1807-8583.151797Palavras-chave:
telenovela brasileira, Renascer, circuitos comunicacionais, expressividades estéticas, personagens femininasResumo
A proposta do presente estudo é analisar como as personagens femininas são apresentadas na teledramaturgia brasileira, tendo como objeto de estudo a personagem Mariana de Renascer – Rede Globo de Televisão, as estratégias narrativas e sua repercussão midiática, com enfoque na revista Contigo!, durante a exibição da primeira versão e do remake. Considerando que a imprensa pauta debates públicos ao passo em que se apropria de interesses políticos, socioeconômicos, culturais, busca-se verificar se e analisar como a figura de Mariana de Theresa Fonseca, em 2024, ocupa espaços midiáticos três décadas depois da interpretação de Adriana Esteves, convergindo ou contrapondo-se às expressividades estéticas da narrativa televisual. Logo, ao considerar que a telenovela brasileira é um fenômeno comunicacional que ocasiona múltiplos episódios interacionais, perpassando conversas informais, matérias de revistas, jornais e redes sociais, os circuitos comunicacionais proliferam e os modos de se dar a ver as personagens femininas podem apresentar rastros e efeitos da/na sociedade.
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