Cartografias do Movimento Tapajós Vivo
memórias, semioses e mídias
DOI:
https://doi.org/10.19132/1807-8583.58.147950Palavras-chave:
Movimento Tapajós Vivo, cartografias, ativismos, semioses, mídiasResumo
Este trabalho analisa dados empíricos coletados em pesquisa participante no Movimento Tapajós Vivo, do Pará, que lida com questões ambientais em Santarém. Trata-se da frente metodológica de uma cartografia, que acompanhou um encontro formativo do coletivo. Partimos das teorias da diferença para propor o traçado de uma paisagem midiática emergente, sustentada por um contexto cultural. Pela semiótica da cultura, identificamos memórias, códigos culturais e semioses partilhadas nesses encontros que possibilitam as expressões midiáticas do coletivo. Ao final, defendemos que as dinâmicas culturais e os processos formativos, ao mobilizarem afetos e ativismos, produzem também diferenças nas mídias e tensionam as memórias midiáticas e modalidades de estar nas redes.
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