Mujeres privadas de libertad y COVID-19: experiencias y narrativas en el contexto del sistema penitenciário

Autores/as

  • Evelyn Almeida Universidade Federal do Vale do São Francisco
  • Iago Marafina de Oliveira Universidade do Estado do Rio de Janeiro https://orcid.org/0000-0001-5300-6965
  • Elias Fernandes Mascarenhas Pereira Universidade Estadual do Suedoeste da Bahia
  • Leonardo Régis de Paula Universidade Estadual do Rio de Janeiro https://orcid.org/0000-0001-5611-2050

DOI:

https://doi.org/10.22456/2238-152X.150247

Resumen

Prison health is, in essence, public health. The COVID-19 pandemic has highlighted the systematic
inequities to which certain populations are subjected, making it difficult to implement measures proposed
by the WHO to contain the virus. This article aims to understand the narrative of women deprived of
their liberty regarding their mental health through empirical research. The article is divided into three
sections: first, a brief analytical- institutional problematization of the prison system in Brazil is carried
out, focusing on the health of these women, as well as the impacts of the pandemic; the second part
describes the method of collecting and analyzing data obtained from the research; in the third and final
section, the results and discussion are presented with the statements obtained by the participants and the
literature. It is concluded that the interviewees perceived themselves as more anxious, distressed and
stressed, presenting compromised sleep and insecurity regarding their lives and that of their families.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Evelyn Almeida, Universidade Federal do Vale do São Francisco

Psicóloga pela Universidade Federal do Vale do São Francisco

Iago Marafina de Oliveira , Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Doutorando em Saúde Coletiva do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS/UERJ).

Elias Fernandes Mascarenhas Pereira, Universidade Estadual do Suedoeste da Bahia

Doutorando em Psicologia pela Universidade Federal de Sergipe.

Leonardo Régis de Paula, Universidade Estadual do Rio de Janeiro

Doutorando em Políticas Públicas e Formação Humana (UERJ)

Citas

Almeida, S. (2019). Racismo estrutural. São Paulo, Brasil: Paz e Terra.

Andreoli, S. B., Santos, M. M. dos, Quintana, M. I., Ribeiro, W. S., Blay, S. L., Taborda, J. G. V., & de Jesus Mari, J.

(2014). Prevalence of mental disorders among prisoners in the state of Sao Paulo, Brazil. PLoS ONE, 9(2), e88836.

DOI: https://doi.org/10.1371/journal.pone.0088836

Barcinski, M. (2012). Expressões da homossexualidade feminina no encarceramento: O significado de se “transformar

em homem” na prisão. Psico-USF, 17(3), 437–446. DOI: https://doi.org/10.1590/S1413-82712012000300010

Bardin, L. (1977). Análise de conteúdo. Lisboa, Portugal: Edições 70.

Borges, J. (2019). Encarceramento em massa. São Paulo, Brasil: Pólen Produção Editorial.

Cerneka, H. A. (2009). Homens que menstruam: Considerações acerca do sistema prisional e as especificidades da

mulher. Veredas do Direito, 6(12), 61–76.

Conselho Nacional de Justiça. (2014). Levantamento nacional de informações penitenciárias: INFOPEN mulheres.

Brasília, DF: CNJ.

Constantino, P., Assis, S. G. de, & Pinto, L. W. (2016). O impacto da prisão na saúde mental dos presos

do estado do Rio de Janeiro, Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, 21(7), 2089–2100. DOI: https://doi.

org/10.1590/1413-81232015217.01222016

Dalmaso, T. F., & Meyer, D. E. E. (2017). Circulação e consumo de drogas em uma penitenciária feminina:

Percepções de uma equipe de saúde prisional. Saúde em Debate, 41(115), 1156–1167. DOI: https://doi.

org/10.1590/0103-1104201711513

Fazel, S., & Baillargeon, J. (2011). The health of prisoners. The Lancet, 377(9769), 956–965.

Fundação Oswaldo Cruz. (2020). Saúde mental e atenção psicossocial na pandemia COVID-19: Recomendações

gerais. Rio de Janeiro, Brasil: FIOCRUZ.

Gaskell, G., & Bauer, M. W. (2002). Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: Um manual prático. Petrópolis,

Brasil: Vozes.

Glaser, B. G., & Strauss, A. L. (2017). A descoberta da teoria fundamentada: Estratégias para a pesquisa qualitativa.

Oxfordshire, Inglaterra: Routledge.

Goffman, E. (1974). Manicômios, prisões e conventos. São Paulo, Brasil: Perspectiva.

Lima, G. M. B. D., Pereira Neto, A. D. F., Amarante, P. D. D. C., Dias, M. D., & Ferreira Filha, M. D. O. (2013).

Mulheres no cárcere: Significados e práticas cotidianas de enfrentamento com ênfase na resiliência. Saúde em

Debate, 37, 446–456.

Nogueira, C. (2001). Análise do discurso. Porto, Portugal: Edições Afrontamento.

Oliveira, M. M. C. (1978). A religião nos presídios (Série Estudos Penitenciários, Vol. 2). São Paulo, Brasil: Cortez

e Moraes.

Queiroz, N. (2015). Presos que menstruam: A brutal vida das mulheres tratadas como homens nas prisões brasileiras.

Rio de Janeiro, Brasil: Editora Record.

Sánchez, A., Simas, L., Diuana, V., & Larouze, B. (2020). COVID-19 nas prisões: Um desafio impossível para a saúde

pública? Cadernos de Saúde Pública, 36, e00083520. DOI: https://doi.org/10.1590/0102-311X00083520

Santos, G. D. C., Simôa, T. C., Bispo, T. C. F., Martins, R. D., Santos, D. S. S. D., & Almeida, A. O. L. C. D. (2020).

Covid-19 nas prisões: Efeitos da pandemia sobre a saúde mental de mulheres privadas de liberdade. Revista Baiana

de Enfermagem, 34, e38235.

Santos, M. V. D., Alves, V. H., Pereira, A. V., Rodrigues, D. P., Marchiori, G. R. S., & Guerra, J. V. V. (2017). A saúde

física de mulheres privadas de liberdade em uma penitenciária do estado do Rio de Janeiro. Escola Anna Nery,

21(2), e20170033. DOI: https://doi.org/10.5935/1414-8145.20170033

Segata, J. (2020). Covid-19, biossegurança e antropologia. Horizontes Antropológicos, 26(57), 275–313. DOI: https://

doi.org/10.1590/S0104-71832020000100010

Soares, B. M. (2002). Prisioneiras: Vida e violência atrás das grades. Rio de Janeiro, Brasil: Editora Garamond.

Thompson, A. F. G. (1979). A questão penitenciária. São Paulo, Brasil: Vozes.

Varella, D. (2017). Prisioneiras. São Paulo, Brasil: Companhia das Letras.

Publicado

2026-09-02

Cómo citar

Almeida, E., Marafina de Oliveira , I., Fernandes Mascarenhas Pereira, E., & Paula, L. R. de. (2026). Mujeres privadas de libertad y COVID-19: experiencias y narrativas en el contexto del sistema penitenciário. Revista Polis E Psique, 16, e026018. https://doi.org/10.22456/2238-152X.150247

Número

Sección

Artigos