A Prática do Acompanhamento Familiar no Sistema Único de Assistência Social e Suas Linhas
DOI:
https://doi.org/10.22456/2238-152X.144391Palavras-chave:
Sistema Único de Assistência Social, acompanhamento familiar, EsquizoanáliseResumo
Este artigo discute os resultados parciais de uma pesquisa de doutorado que teve como tema o acompanhamento familiar realizado pelos técnicos operadores do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), cujo objetivo foi investigar as práticas e as metodologias de trabalho dos técnicos nos equipamentos do Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) e do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS). A partir do conceito de rizoma, entendido como uma rede de linhas, rastreamos linhas duras que emergem no trabalho dos profissionais, a saber: a precarização do SUAS; a dificuldade de atuação em rede; a formação centrada no indivíduo; a naturalização da família nuclear; a burocratização das práticas; e o risco de tutela presente no acompanhamento familiar. Observamos também práticas inventivas no acompanhamento familiar, presentes em uma micropolítica ativa. Concluímos este estudo abordando a importância do acompanhamento familiar e a necessidade de problematização do trabalho com esses grupos.
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