A Prática do Acompanhamento Familiar no Sistema Único de Assistência Social e Suas Linhas

Autores

  • Caroline de Souza PUC MINAS
  • Roberta Carvalho Romagnoli PUC Minas

DOI:

https://doi.org/10.22456/2238-152X.144391

Palavras-chave:

Sistema Único de Assistência Social, acompanhamento familiar, Esquizoanálise

Resumo

Este artigo discute os resultados parciais de uma pesquisa de doutorado que teve como tema o acompanhamento familiar realizado pelos técnicos operadores do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), cujo objetivo foi investigar as práticas e as metodologias de trabalho dos técnicos nos equipamentos do Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) e do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS). A partir do conceito de rizoma, entendido como uma rede de linhas, rastreamos linhas duras que emergem no trabalho dos profissionais, a saber: a precarização do SUAS; a dificuldade de atuação em rede; a formação centrada no indivíduo; a naturalização da família nuclear; a burocratização das práticas; e o risco de tutela presente no acompanhamento familiar. Observamos também práticas inventivas no acompanhamento familiar, presentes em uma micropolítica ativa. Concluímos este estudo abordando a importância do acompanhamento familiar e a necessidade de problematização do trabalho com esses grupos.

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Biografia do Autor

Roberta Carvalho Romagnoli, PUC Minas

Possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (1986), mestrado em Psicologia (Psicologia Social)pela Universidade Federal de Minas Gerais (1996), doutorado em Psicologia (Psicologia Clínica) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2003) e pós-doutorado em Análise Institucional pela Université Cergy-Pontoise, França (2011). Atualmente é professora aposentada da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

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Publicado

2025-08-06

Como Citar

de Souza, C., & Carvalho Romagnoli, R. (2025). A Prática do Acompanhamento Familiar no Sistema Único de Assistência Social e Suas Linhas. Revista Polis E Psique, 15, e025002. https://doi.org/10.22456/2238-152X.144391

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