Entre rieles y trys
rugby, modernidad y dependencia en el Brasil y Argentina del Siglo XIX
DOI:
https://doi.org/10.22456/1982-8918.148341Palabras clave:
Patrón de reproducción del capital, Rugby, Brasil, ArgentinaResumen
El objetivo de este estudio fue analizar las determinaciones económicas que posibilitaron la introducción del rugby en Brasil y Argentina a mediados del siglo XIX. A partir de una crítica fundamentada en la tradición marxista, se buscó transcender las interpretaciones centradas en aspectos inmediatos, como la inmigración inglesa y los mitos fundacionales en torno a figuras deportivas. Com base en la categoría patrón de reproducción del capital, el artículo identificó las estructuras materiales que condicionaron la inserción de esta práctica deportiva como parte del proceso de expansión del modo de producción capitalista. El análisis evidenció que la dinámica de acumulación y reproducción del capital — marcada por la exportación de capitales, el control de infraestructuras y la subordinación económica de los países periféricos — fue determinante para la constitución de una nueva arquitectura cultural en los centros urbanos latinoamericanos, en la cual el rugby surgió como expresión de la modernidad y la dominación británica.
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