O fim da Teoria da Mídia

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.19132/1807-8583202049.305-318

Palabras clave:

Abstração. Big Data. Computação. Filosofia da Mídia . Teoria da Mídia.

Resumen

Esse artigo considera o papel da teoria em geral e da teoria da mídia em específico. Ao desafiar a possibilidade de um “fim da teoria” que vem ressoando em debates sobre novas mídias, pretendo mostrar a relevância permanente da investigação teórica. Irei abordar como o ato de teorizar é frequentemente compreendido como a criação de um sistema de abstração que envolve certo grau de distanciamento da realidade que deve descrever. Irei posteriormente expor uma falsa concepção em relação a este distanciamento: por exemplo, a visão de acordo com a qual, se teorizar é abstrair a partir da observação, então abstrair é se desengajar dos fatos. Contra essa visão, irei argumentar que a abstração é intrínseca ao mundo e como o experimentamos.

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Biografía del autor/a

M. Beatrice Fazi, University of Sussex

Research Fellow em Digital Humanities & Computational Culture no Sussex Humanities Lab, da University of Sussex. Possui mestrado e doutorado pelo Centre for Cultural Studies, Goldsmiths (University of London), e graduação em Filosofia pela Università degli Studi di Macerata (Italy).

Publicado

2020-04-30

Cómo citar

FAZI, M. Beatrice. O fim da Teoria da Mídia. Intexto, Porto Alegre, n. 49, p. 305–318, 2020. DOI: 10.19132/1807-8583202049.305-318. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/94400. Acesso em: 29 ago. 2025.

Número

Sección

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