Violencia psicológica contra las mujeres: una propuesta descolonial de ruptura
DOI:
https://doi.org/10.22456/2238-152X.148374Resumen
Este estudio investiga cómo la perspectiva decolonial puede contribuir a romper el ciclo de violencia psicológica que viven las mujeres en situaciones de violencia doméstica y familiar. Busca comprender los procesos subjetivos que influyen en su autonomía. Analiza cómo se pueden reinterpretar las prácticas jurídicas, en particular la Ley Maria da Penha. El marco teórico aborda la colonialidad de género, con énfasis en la comprensión de la violencia psicológica contra las mujeres, además de teorías críticas del feminismo hegemónico, proponiendo alternativas decoloniales para promover cambios estructurales. La metodología adoptada comprende un enfoque cualitativo, basado en múltiples experiencias de mujeres en un grupo reflexivo realizado en una Comisaría de Protección a la Mujer. La recolección y análisis se realizó a través de las narrativas compartidas por los participantes. Los resultados obtenidos revelan los significados de la subjetivación femenina, a partir de normas patriarcales y coloniales que sustentan la violencia psicológica.
Descargas
Citas
Bourdieu, P. (2024). A dominação masculina (M. H. Kuhner, Trad., 23ª ed.). Difel. (Trabalho original publicado em 1988)
Butler, J. (2024). Quem tem medo de gênero? Boitempo.
Costa, L. F., & Marra, M. M. (2019). Impasses na atuação psicossocial com violência e as contribuições do construcionismo social. In M. A. Grandesso (Org.), Construcionismo social e práticas colaborativo-dialógicas: Contextos de ações transformadoras (pp. 239–255). Editora CRV.
Espinosa Miñoso, Y. (2020). Fazendo uma genealogia da experiência: O método rumo a uma crítica da colonialidade da razão feminista a partir da experiência histórica na América Latina. In H. B. de Hollanda (Org.), Pensamento feminista hoje: Perspectivas decoloniais (1ª ed., pp. 109–134). Bazar do Tempo.
Gonzalez, L. (2020). Por um feminismo afro-latino-americano. In H. B. de Hollanda (Org.), Pensamento feminista hoje: Perspectivas decoloniais (1ª ed., pp. 41–55). Bazar do Tempo.
hooks, b. (2024). O feminismo é para todo mundo: Políticas arrebatadoras (B. Libanio, Trad., 26ª ed.). Rosa dos Tempos. (Trabalho original publicado em 2000)
Lei n.º 11.340, de 7 de agosto de 2006. (2006). Cria mecanismos para coibir e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher. Diário Oficial da União. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm
Lei n.º 14.188, de 28 de julho de 2021. (2021). Altera o Código Penal para incluir o crime de violência psicológica contra a mulher e institui o Programa Sinal Vermelho de combate à violência doméstica. Diário Oficial da União. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2021/lei/L14188.htm
Luduvice, P., Lordello, S. R., & Zanello, V. M. (2024). Revogação das medidas protetivas: Análise dos fatores e motivações presentes na solicitação da mulher. Revista Direito e Práxis, 15(2), e67306. https://doi.org/10.1590/2179-8966/2022/67306
Lugones, M. (2020). Colonialidade e gênero. In H. B. de Hollanda (Org.), Pensamento feminista hoje: perspectivas decoloniais (1ª ed., pp. 58–91). Bazar do Tempo.
Núñez, G. (2023). Descolonizando afetos: experimentações sobre outras formas de amar. Editora Planeta do Brasil.
Oliveira, Í. R. N. de. (2024). (Re)Marcando a masculinidade através da desobediência: um estudo dos descumprimentos de medidas protetivas de urgência [Dissertação de mestrado, Universidade Federal de Santa Catarina]. Repositório Institucional UFSC.
Oyěwùmí, O. (2020). Conceituando o gênero: Os fundamentos eurocêntricos dos conceitos feministas e o desafio das epistemologias africanas. In H. B. de Hollanda (Org.), Pensamento feminista hoje: Perspectivas decoloniais (1ª ed., pp. 94–106). Bazar do Tempo.
Pelúcio, L. (2017). Amor em tempos de aplicativos: Masculinidades heterossexuais e negociações de afetos na nova economia do desejo [Tese de livre-docência, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho]. Repositório Institucional da UNESP. https://repositorio.unesp.br/items/5ff6608a-fa2e-47f5-ac8a-f0c0ca5087a0
Resolução nº 23/GAB/DGPC/PCSC, de 04 de agosto de 2022. (2022). Regulamenta e atualiza as atribuições das Delegacias de Polícia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso no Estado de Santa Catarina e estabelece outras providências. Diário Oficial do Estado de Santa Catarina.
Ribeiro, D. (2019). Lugar de fala. Companhia das Letras.
Yin, R. K. (2016). Pesquisa qualitativa do início ao fim (D. Bueno, Trad.; D. da Silva, Rev. técnica). Penso.
Zanello, V. (2018). Saúde mental, gênero e dispositivos: cultura e processos de subjetivação. Appris.
Zanello, V. (2020). A prateleira do amor: subjetividade feminina e violência simbólica. Appris.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
IMPORTANTE: a carta de declaração de direitos deverá ser submetida como documento suplementar.
