Autism, taxonomic transition and biopower: political repercussions in Brazil
DOI:
https://doi.org/10.22456/2238-152X.149456Abstract
Brazilian public policies regarding autism have been guided by controversial legislation, sometimes associating
autism with the field of disabilities, sometimes proposing the screening of developmental problems, and
sometimes issuing specific cards for autistic citizens. This work reflects on the socio-historical conditions and
theoretical influences associated with the emergence of autism as a disability and its repercussions, starting with
the inclusion of Autism Spectrum Disorder (ASD) in the DSM-5 and the phenomenon of diagnostic expansion.
Methodologically, this is a theoretical essay based on archeogenealogy, which analyzes the historicity of
events, seeking to denaturalize the field of autism. We conclude that the classification of autism as a disability
reflects biopolitical strategies that, although aimed at promoting rights, end up reinforcing mechanisms of
control and stigmatization, creating barriers to what is conventionally called full citizenship or even inclusion.
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