Entre las Aguas y el Capital Gestión Urbana, Segregación Socioespacial y Resistencia en la Inundación de 2024
DOI:
https://doi.org/10.22456/2238-152X.146336Palabras clave:
desastre socioambiental, neoliberalismo, gestão urbana, Segregação Socioespacial, práticas de resistênciaResumen
La inundación que afectó a Rio Grande do Sul en 2024 evidenció cómo los desastres socioambientales exponen y profundizan las desigualdades urbanas. Centrándose en la ciudad de Porto Alegre, este artículo analiza la inundación desde una perspectiva histórica y política, cuestionando su narrativa fatalista y desmovilizadora. Examina los acontecimientos previos al desastre climático – destacando los efectos de la gestión neoliberal del espacio urbano – así como las respuestas durante y después de la inundación – muchas veces desconectadas de los problemas estructurales. La gestión de la tragedia refleja un modelo urbano moldeado por la dinámica del capital y la segregación socioespacial. En contraste, movimientos sociales y comunidades tradicionales articularon redes de solidaridad y resistencia, defendiendo modelos urbanos sostenibles y no mercantilizados. El artículo sostiene que la reconstrucción de la ciudad debe priorizar la justicia social y ambiental, colocando la vida en el centro de las decisiones y fortaleciendo formas colectivas de resistencia.
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