Mulheres no esporte paralímpico
Participação, desempenho e trajetórias das atletas brasileiras
DOI:
https://doi.org/10.22456/1982-8918.142812Palavras-chave:
Deficiência, Carreira, GêneroResumo
Este estudo teve como objetivo investigar a participação, o desempenho e a trajetória de atletas paralímpicas brasileiras. Como fonte de dados, utilizamos o relatório Jogos Paralímpicos Tóquio 2021 elaborado pela então Secretaria Especial do Esporte e Ministério da Cidadania. Os resultados mostraram que a maioria das atletas possui deficiência adquirida e iniciou tardiamente no esporte paralímpico, com uma rápida ascensão ao alto rendimento. Algumas atletas migraram entre modalidades ao longo da carreira, destacando a diversidade de suas experiências. Amigos e amigas, familiares e clubes foram essenciais no processo de inserção dessas atletas no esporte. A análise também mostrou que a maioria nasceu na região Sudeste do país e que o tamanho populacional da cidade de origem não foi determinante para o seu desenvolvimento esportivo. Esses achados oferecem visibilidade às histórias dessas mulheres e reforçam a importância de redes de apoio e ambientes inclusivos para a promoção do esporte adaptado.
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