Corpos que (se) Trabalham: relações éticas na construção de si e do coletivo

Vilene Moehlecke, Tania Mara Galli Fonseca, Andréia Machado Oliveira

Resumo


O presente artigo inquire sobre os modos de construção de si e do coletivo nas relações de trabalho. Tais relações encontram-se investidas de posições que oscilam entre uma Ética spinoziana que potencializa os corpos e uma moral que os aprisiona. Entende-se que aumentara potência dos corpos consiste em ampliar suas possibilidades de agir em relação, ativar potências não utilizadas do ser que ficaram renegadas pelas práticas majoritárias. Tal abordagem sobre corpos em atividades relacionais, trabalho e ética, encontra sustentação em Spinoza, Deleuze, Schwartzentre outros autores. Em suma, esperamos retomar a fabricação de ações singulares e coletivas, para gerar dispositivos analisadores e modificadores dos processos relacionais no campo do trabalho.

Palavras-chave


Corpo. Trabalho. Ética. Potência. Atividade.

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