A ruptura historicista de Vilém Flusser na autobiografia filosófica Bodenlos
DOI:
https://doi.org/10.19132/1807-8583202051.27-45Palabras clave:
Autobiografia. Historicismo. Pós-história. Vilém Flusser. Bondenlos.Resumen
O artigo propõe uma análise da ruptura com o regime de tempo historicista em Bodenlos, uma autobiografia filosófica, de Vilém Flusser. A forma não linear e não cronológica da narrativa autobiográfica de Flusser reflete um dos argumentos principais do autor: a ruptura com a percepção de tempo historicista. Demonstramos como Vilém Flusser constrói em Bodenlos uma autobiografia filosófica uma estrutura narrativa que definimos como metalinguagem filosófica porque reflete o próprio conteúdo de sua obra que quebra com a linearidade cronológica do tempo historicista.
Descargas
Citas
ARFUCH, Leonor. O Espaço autobiográfico. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2010.
ARISTÓTELES. Poética. São Paulo: Editora Abril, 1984.
BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2011.
BAUMAN, Zygmunt. O mal-estar na pós-modernidade. Rio de Janeiro: Zahar, 1998.
BURCKHARDT, Jacob. Reflexões sobre a História. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1961.
FLUSSER, Vilém. Pós-história, vinte instantâneos e um modo de usar. São Paulo: AnnaBlume, 2011a.
FLUSSER, Vilém. Filosofia da caixa preta, ensaios para uma futura filosofia da fotografia. São Paulo : AnnaBlume, 2011b.
FLUSSER, Vilém. O universo das imagens técnicas: elogio da superficialidade. São Paulo: Annablume, 2008.
FLUSSER, Vilém. A história do diabo. São Paulo : Annablume, 2008.
FLUSSER, Vilém. Bodenlos, uma autobiografia filosófica. São Paulo: Annablume, 2007.
FLUSSER, Vilém. A dúvida. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1999.
HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 1992.
HARVEY, David. Condição pós-moderna. São Paulo: Edições Loyola, 2004.
JASMIN, Marcelo Gantus; JUNIOR, João Feres. História dos conceitos: debates e perspectivas. Rio de Janeiro, São Paulo: Editora PUC-Rio; IUPERJ; Edições Loyola, 2006.
KOSELLECK, Reinhart. Futuro passado: contribuição à semântica dos tempos históricos. Rio de Janeiro: Editora PUC-Rio; Contraponto, 2006.
LEJEUNE, Philippe. Le pacte autobiographique. Paris: Seuil, 1975.
LYOTARD, Jean-François. A condição pós-moderna. Rio de Janeiro: Edições Loyola, 1992.
NIETZSCHE, Friedrich. Humano, demasiado humano. São Paulo: Companhia de Bolso, 2005.
SAID, Edward. Fora do lugar. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
SARLO, Beatriz. Tempo passado: cultura da memória e guinada subjetiva. São Paulo; Minas Gerais: Companhia das Letras; Editora UFMG, 2007.
SELIGMANN-SILVA, Márcio. Vilém Flusser: filosofia do exílio e leitura de um país chamado Brasil. Tradução em Revista, Rio de Janeiro, número 2, p. 1-19, 2010.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2020 Bruno Garcia e Souza, Juliana Tillmann

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.
Los derechos de autor de los artículos publicados en esta Revista pertenecen a los autores, y los derechos de la primera publicación están garantizados para la revista. Por estar publicados en una revista de acceso libre, los artículos son de uso gratuito, con la atribución apropiada, en las actividades educativas y no comerciales.
La revista utiliza la Licencia Creative Commons Attribution (CC BY-NC 4.0), que permite el intercambio de trabajo con el reconocimiento de la autoría.
Autoarchivo (política de repositorios): se permite a los autores depositar todas las versiones de sus trabajos en repositorios institucionales o temáticos, sin período de embargo. Se solicita, siempre que sea posible, que se agregue la referencia bibliográfica completa de la versión publicada en Intexto (incluido el enlace DOI) al texto archivado.
Intexto no cobra ninguna tarifa por el procesamiento de artículos (article processing charge).






