Avaliação de sustentabilidade e eficácia de tratamentos preservantes naturais de madeiras de florestas plantadas no RS para o controle do cupim

Autores

  • Eugen Stumpp Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Vânia Rech Universidade de Caxias do Sul
  • Miguel Aloysio Sattler Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Neiva Monteiro de Barros Universidade de Caxias do Sul
  • Ana Luiza Raabe Abitante Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Palavras-chave:

preservantes de madeira, cupim-de-madeira-seca, florestas plantadas, sustentabilidade

Resumo

A madeira é o único material de construção civil renovável. É um material universal, econômico, histórico e sustentável. Boa parte das madeiras é naturalmente resistente à ação dos agentes xilófagos. Entretanto, algumas A madeiras de florestas plantadas, no entanto, não são resistentes e necessitam de tratamentos preservantes. Um dos mais vorazes agentes xilófagos, que se alimenta da celulose da madeira, é o cupim-da-madeira-seca – Cryptotermes brevis. Grande parte do litoral do Brasil é infestado por esse inseto. Até há pouco tempo, a única alternativa de controle dessa praga era o uso de preservantes químicos sintéticos, tais como mercuriais, arseniatos, organoclorados e outros, todos de elevado risco para a saúde dos mamíferos e com considerável impacto ambiental. Este artigo apresenta os testes que foram realizados com novos produtos alternativos de controle dessa praga, os quais têm baixo impacto ambiental e de baixo risco à saúde dos mamíferos. São preservantes à base de mineralizantes e extratos de plantas que foram testados em madeiras de florestas plantadas no RS, comumente usadas na construção civil: Araucaria angustifolia, Pinus spp. e Eucalyptus grandis. Os resultados desta pesquisa mostram a eficácia desses preservantes para o tratamento de madeiras plantadas, para as mais variadas aplicações na construção civil.

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Publicado

2008-04-25

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