Avaliação de edifícios no Brasil: da avaliação ambiental para avaliação de sustentabilidade
Palavras-chave:
avaliação, ambiental, edifícios, sustentabilidade, Brasil, GBCResumo
Pesquisas visando reduzir os impactos ambientais de edifícios têm sido amplamente estimuladas por agências governamentais, instituições de pesquisa e pelo setor privado de diversos países. O conceito de análise do ciclo de vida tem sustentado o desenvolvimento das metodologias para avaliação ambiental de edifícios que surgiram na década de 90 para auxiliar no cumprimento de metas ambientais locais estabelecidas a partir da ECO’92. Atualmente, praticamente cada país europeu, além de Estados Unidos, Canadá, Austrália, Japão e Hong Kong, possui um sistema de avaliação de edifícios. Todos estes sistemas concentram-se exclusivamente na dimensão ambiental da sustentabilidade. Este artigo apresenta e compara sucintamente os principais sistemas de avaliação ambiental de edifícios e evidencia a impossibilidade de mera importação de métodos existentes com base no sucesso alcançado em países com latitudes e condições sociais, econômicas e ambientais sensivelmente diferentes das do Brasil. Discutem-se as expectativas referentes à participação brasileira no projeto Green Building Challenge, assim como as estratégias para desenvolver pesquisas nacionais sobre o tema.Downloads
Não há dados estatísticos.
Downloads
Publicado
16.04.2008
Como Citar
SILVA, Vanessa Gomes da; SILVA, Maristela Gomes da; AGOPYAN, Vahan. Avaliação de edifícios no Brasil: da avaliação ambiental para avaliação de sustentabilidade. Ambiente Construído, [S. l.], v. 3, n. 3, p. 7–18, 2008. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/ambienteconstruido/article/view/3491. Acesso em: 23 ago. 2026.
Edição
Seção
Artigos
Licença
Copyright (c) 2008 Ambiente Construído

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Direitos Autorais
Autores de artigos publicados pela Ambiente Construído mantêm os direitos autorais de seus trabalhos, licenciando-os sob a licença Creative Commons Attribution BY 4.0, que permite que os artigos sejam reutilizados e distribuídos sem restrição, desde que o trabalho original seja corretamente citado.


