La reforma psiquiátrica y sus impases en relación al proyecto terapéutico singular
DOI:
https://doi.org/10.22456/2238-152X.147991Resumen
Este artículo relata la experiencia de estudiantes de un curso Psicología de un Centro de Atención Psicosocial
(CAPS), explorando las prácticas incluidas en el Proyecto Terapéutico Singular (PTS), como Asambleas,
Monitoreo Terapéutico y un evento conmemorativo. Este estudio, de naturaleza cualitativa y descriptiva,
constituye un relato de experiencia. Constó de visitas semanales, observación del servicio, supervisión y
posterior análisis de los procesos de institucionalización aún presentes. Con base en esto, se analizaron
las particularidades de las relaciones laborales en la atención psicosocial que pueden dificultar la escucha
individualizada y la creación de espacios para la expresión de los usuarios. Aunque la Reforma Psiquiátrica
promueve la atención desinstitucionalizada, se reflejó que algunas acciones observadas aún refuerzan modelos
que someten a las personas en sufrimiento psicológico. Luego, se refuerza la necesidad de políticas públicas más
inclusivas y la adopción de prácticas que coloquen la singularidad de los usuarios en el centro de la atención
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