OS GUARANI/KAIOWÁ E SEUS TERRITÓRIOS:

A INVENÇÃO DAS FRONTEIRAS E SEU CONFINAMENTO

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22456/2238-152X.143213

Resumen

Los guaraníes, entre los diversos pueblos que habitaron las tierras que se llamaron América, fueron, según la historiografía, uno de los grupos autóctonos que más sufrió las presiones impuestas por la colonización cuando pensamos en las fronteras territoriales. El objetivo de este trabajo es comprender la trayectoria del pueblo guaraní, conocer su tronco lingüístico, su cosmología, y poder identificar los procesos por los que atravesó este pueblo, principalmente en el contexto del estado brasileño de Mato Grosso do Sul. Los factores históricos son de suma importancia para contextualizar la relación de este pueblo con la imposición colonial y cuánto afectó esto en su búsqueda de una tierra sin males (Yvy marã e'ỹ). Darse cuenta de la arbitrariedad de las imposiciones de un proyecto de “Estado-nación” que intentó y sigue intentando a toda costa dejar etéreas sus tradiciones, descalificar sus principios identitarios y silenciar su forma de vida. Promoviendo un etnocidio sin precedentes. Dejándolos confinados en pequeños territorios, alejados de su tradicional Tekohá.

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Biografía del autor/a

José Sarmento Nogueira, Universidade Católica Dom Bosco

   Graduado e Mestre em Design pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e Doutor em Educação pela UCDB. Graduado em Filosofia pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB). Coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas das Populações Indígenas (NEPPI/UCDB). Professor /pesquisador da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) nos cursos de Design e Filosofia. Professor colaborador do programa de Mestrado e Doutorado em Psicologia da UCDB.   

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Publicado

2024-10-12

Cómo citar

Nogueira, J. S. (2024). OS GUARANI/KAIOWÁ E SEUS TERRITÓRIOS:: A INVENÇÃO DAS FRONTEIRAS E SEU CONFINAMENTO. Revista Polis E Psique, 14, e024013. https://doi.org/10.22456/2238-152X.143213

Número

Sección

Dossiê: Corpos, violências e algumas obstinações feministas