Psicologia e política de Assistência Social

Discursos sobre a violência infantojuvenil

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22456/2238-152X.127427

Resumen

En este trabajo discutimos las prácticas de la Psicología en la política de Asistencia Social en situaciones de violencia contra niños y adolescentes. El tema es relevante, porque aún hoy los niños y adolescentes aparecen como las mayores víctimas de la violencia en Brasil y la Asistencia Social, además de mostrarse como un espacio para la inserción de la Psicología en las políticas públicas, en su construcción teórico y materialización de servicios, presenta varios elementos para el enfrentamiento de situaciones de violencia. Para esta discusión, realizamos una búsqueda en textos científicos de Psicología de los últimos 15 años, que abordan el tema de la violencia infantil y juvenil en la Asistencia Social. A través del análisis, visualizamos que los textos a veces se articulan con matrices de pensamiento individualizadoras y hegemónicas de la Psicología, a veces producen discursos a partir de la perspectiva social y del pensamiento crítico.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Rafael Bianchi Silva, Universidade Estadual de Londrina

Pos-doutorado em Psicologia (UEM). Doutor em Educação pela Unesp/Marília. Docente do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Estadual de Londrina (UEL).

Anyelle Karine de Andrade, Universidade Estadual de Maringá

Doutoranda em Psicologia pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). Mestre em Psicologia pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Psicóloga da Secretaria de Assistência Social do município de Londrina/PR

 

Citas

Alberto, M. F. P., Almeida, D. R., Dória, L. C., Guedes, P. C., Sousa, T. R., & França, W. L. P. (2008). O papel do psicólogo e das entidades junto a crianças e adolescentes em situação de risco. Psicologia: ciência e profissão, 28(3), 558-573. https://doi.org/10.1590/S1414-98932008000300010

Almeida, B. P., & Goto, T. A. (2011). Intervenção e cuidado com crianças e adolescentes vitimizadas: atuação do psicólogo no Programa Sentinela (CREAS) em Poços de Caldas (MG). Mudanças, 19(1/2), 89-98. https://doi.org/10.15603/2176-1019/mud.v19n1-2p89-98

Ayres, L. S. M. (2001). Os especialistas e a instituição adoção no contexto das políticas públicas de proteção à criança e ao adolescente. In A. M. Jacó-Vilela, A. C. Cerezzo, & H. B. C. Rodrigues (Orgs.), Clio-Psyché ontem: fazeres e dizeres psi na história do Brasil (Cap. 19, pp. 249-253). Rio de Janeiro: Relume Dumará: FAPERJ.

Benelli, S. J. (2013). Apontamentos sobre as práticas psicológicas desenvolvidas nas entidades assistenciais que atendem a crianças e adolescentes pobres. Revista de Psicologia da UNESP, 12(2), 1-30. Recuperado de http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?pid=S1984-90442013000200001&script=sci_abstract&tlng=pt

Bock, A. M. B. (2001). História da organização dos psicólogos e a concepção do fenômeno psicológico. In A. M. Jacó-Vilela, A. C. Cerezzo, & H. B. C. Rodrigues (Orgs.), Clio-Psyché hoje: fazeres e dizeres psi na história do Brasil (Cap. 02, pp. 25-33). Rio de Janeiro: Relume Dumará: FAPERJ.

Borges, J. L., & Zingler, V. T. (2013). Fatores de risco e de proteção em adolescentes vítimas de abuso sexual. Psicologia em Estudo, 18(3), 453-463. https://dx.doi.org/10.1590/S1413-73722013000300007

Branco, M. A. O., & Tomanik, E. A. (2012). Violência doméstica contra crianças e adolescentes: prevenção e enfrentamento. Psicologia & Sociedade, 24(2), 402-411. https://dx.doi.org/10.1590/S0102-71822012000200018

Campos, J. (2016). Criança vítima de violência sexual: recortes de um caso atendido na Abordagem Centrada na Pessoa. Psicólogo informação, 20(1), 25-47. https://doi.org/10.15603/2176-0969/pi.v20n20p25-47

Cantelmo, C. A., Cavalcante, T. P., & Costa, L. F. (2011). A menina mãe: incesto e maternidade. Fractal: Revista de Psicologia, 23(1), 137-154. https://doi.org/10.1590/S1984-02922011000100010

Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. (1998). Brasília: Senado.

Cordeiro, M. P. (2018). O Sistema Único de Assistência Social (SUAS): uma (breve) introdução. In M. P. Cordeiro, B. Svartman, & L. V. Souza (Orgs.), Psicologia na Assistência Social: um campo de saberes e práticas (pp. 63-80). Instituto de Psicologia.

Faraj, S. P., & Siqueira, A. C. (2012). O atendimento e a rede de proteção da criança e do adolescente vítima de violência sexual na perspectiva dos profissionais do CREAS. Barbarói, 2(37), 67-87. Recuperado de https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/psi-56039

Faraj, S. P., Siqueira, A. C., & Arpini, D. M. (2016). O atendimento psicológico no Centro de Referência Especializado da Assistência Social e a visão de operadores do direito e conselheiros tutelares. Estudos de Psicologia (Campinas), 33(4), 757-766. https://doi.org/10.1590/1982-02752016000400018

Florentino, B. R. B. (2014). Abuso sexual, crianças e adolescentes: reflexões para o psicólogo que trabalha no CREAS. Fractal: Revista de Psicologia, 26(1), 59-70. https://dx.doi.org/10.1590/S1984-02922014000100006

Freire, M. L., & Alberto, M. F. P. (2013). Centro de Referência Especializada de Assistência Social: suporte organizacional para atuação do psicólogo. Cadernos de Psicologia Social do Trabalho, 16(2), 167-182. Recuperado de http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1516-37172013000200003&lng=pt&nrm=iso

Hohendorff, J. V., Habigzang, L. F., & Koller, S. H. (2015). Psicoterapia para Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência Sexual no Sistema Público: Panorama e Alternativas de Atendimento. Psicologia: Ciência e Profissão, 35(1), 182-198. https://dx.doi.org/10.1590/1982-3703000202014

Lei n. 8.069, de 13 de julho de 1990. (1990). Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Presidência da República.

Lima, F. C., & Schneider, D. R. (2018). Características da Atuação do Psicólogo na Proteção Social Especial em Santa Catarina. Psicologia: Ciência e Profissão, 38(2), 347-362. https://doi.org/10.1590/1982-3703001402017

Macedo, O. J., Pessoa, M. C. B., & Alberto, M. F. P. (2015). Atuação dos Profissionais de Psicologia Junto à Infância e à Adolescência nas Políticas Públicas de Assistência Social. Psicologia: Ciência e Profissão, 35(3), 916-931. https://dx.doi.org/10.1590/1982-3703000922014

Macedo, O. J. V., & Alberto, M. F. P. (2018). Psicologia e direitos das crianças e dos adolescentes na assistência social. Subjetividades, 18(3), 90-103. https://dx.doi.org/10.5020/23590777.RS.V18I3.6362

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome [MDS]. (2004). Política Nacional de Assistência Social – PNAS. Recuperado de https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Normativas/PNAS2004.pdf

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome [MDS]. (2009). Orientações técnicas: Centro de Referência da Assistência Social. Recuperado de https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Cadernos/orientacoes_Cras.pdf

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome [MDS]. (2018). Censo SUAS 2017: Análise dos componentes sistêmicos da Política Nacional de Assistência Social. Recuperado de https://aplicacoes.mds.gov.br/sagirmps/ferramentas/docs/Censo%20SUAS%202017.pdf

Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. (2019). Disque Direitos Humanos: Relatório 2018. Brasília, DF. Recuperado de https://www.gov.br/mdh/pt-br/disque100/balanco-2018-1

Nascimento, M. L. (2001). História do trabalho comunitário em Psicologia. In A. M. Jacó-Vilela, A. C. Cerezzo, & H. B. C. Rodrigues (Orgs.), Clio-Psyché hoje: fazeres e dizeres psi na história do Brasil (pp. 25-33). Relume Dumará: FAPERJ.

Nery, V. (2018). A Psicologia no SUAS: interdisciplinaridade nos cotidianos de trabalho. In M. P. Cordeiro, B. Svartman, & L. V. Souza (Orgs.), Psicologia na Assistência Social: um campo de saberes e práticas (pp. 96-113). Instituto de Psicologia. https://doi.org/10.11606/9788586736803

Neves, A. S., Castro, G. B., Hayeck, C. M., & Cury, D. G. (2010). Abuso sexual contra a criança e o adolescente: reflexões interdisciplinares. Temas em Psicologia, 18(1), 99-111. Recuperado de http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1413-389X2010000100009&lng=pt&nrm=i.

Oliveira, L. A. (2001). O Laboratório de Biologia Infantil: discurso científico e assistência no Juízo de Menores. In A. M. Jacó-Vilela, A. C. C., & H. B. C. Rodrigues (Orgs.), Clio-Psyché ontem: fazeres e dizeres psi na história do Brasil (pp. 41-48). Relume Dumará: FAPERJ.

Oliveira, I. F., & Costa, A. L. (2018). Psicologia e política social: história e debate. In M. P. Cordeiro, B. Svartman, & L. V. Souza (Orgs.), Psicologia na Assistência Social: um campo de saberes e práticas (Cap. 06, pp. 32-44). São Paulo: Instituto de Psicologia.

Pinto, K. P. (2001). “A criança é o homem de amanhã”: sobre a psicologia e a educação no primeiro governo Vargas. In A. M. Jacó-Vilela, A. C. Cerezzo, & H. B. C. Rodrigues (Orgs.), Clio-Psyché ontem: fazeres e dizeres psi na história do Brasil (pp. 217-223). Relume Dumará: FAPERJ.

Pinto Junior, A. A., Cassepp-Borges, V., & Santos, J. G. (2015). Caracterização da violência doméstica contra crianças e adolescentes e as estratégias interventivas em um município do Estado do Rio de Janeiro, Brasil. Cadernos Saúde Coletiva, 23(2), 124-131. https://dx.doi.org/10.1590/1414-462X201500020062

Ribeiro, J. L. P. (2014). Revisão de Investigação e Evidência Científica. Psicologia Saúde & Doenças, 15(3), 671-682. http://dx.doi.org/10.15309/14psd150309

Ribeiro, A. B., Paiva, I. L., Seixas, P. S., & Oliveira, I. M. F. F. (2014). Desafios da atuação dos psicólogos nos CREAS do Rio Grande do Norte. Fractal: Revista de Psicologia, 26(2), 461-478. https://doi.org/10.1590/1984-0292/421

Rossetti-Ferreira, M. C., Almeida, I. G., Costa, N. R. A., Guimarães, L. A., Mariano, F. N., Teixeira, S. C. P., & Serrano, S. A. (2012). Acolhimento de crianças e adolescentes em situações de abandono, violência e rupturas. Psicologia: Reflexão e Crítica, 25(2), 390-399. https://doi.org/10.1590/S0102-79722012000200021

Silva, R. B., & Cezar, P. C. N. (2013). Atuação do psicólogo no CREAS em municípios de pequeno porte. Estudos Interdisciplinares em Psicologia, 4(1), 99-109. https://doi.org/10.5433/2236-6407.2013v4n1p80

Vorsatz, I. & Silva, M. E. A. (2017). A demanda de reparação: a vítima como figura emblemática na contemporaneidade. Estudos e Pesquisas em Psicologia, 17(2), 674-692. Recuperado de http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1808-42812017000200014&lng=pt&tlng=pt

Vosgerau, D. S. A. R., & Romanowski, J. P. (2014). Estudos de revisão: implicações conceituais e metodológicas. Rev. Diálogo Educ., Curitiba, 14(41), 165-189. Recuperado de http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1981-416x2014000100009

Warpechowski, M. B., & Conti, L. (2018). Adolescer em contextos de vulnerabilidade e exclusão social. Estilos da Clínica, 23(2), 322-343. https://dx.doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v23i2p322-343

Yamada, L. T., Garcia, J., & Uziel, A. P. (2015). Violência sexual contra crianças e adolescentes: a psicologia e o estado penal. Psicologia em Estudo, 20(2), 177-188. Recuperado de https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/lil-786219

Publicado

2023-11-13

Cómo citar

Silva, R. B., & Karine de Andrade, A. (2023). Psicologia e política de Assistência Social: Discursos sobre a violência infantojuvenil. Revista Polis E Psique, 13(2), 182–200. https://doi.org/10.22456/2238-152X.127427

Número

Sección

Artigos