“QUANDO EU DESCOBRI QUE NÃO ERA NISE”: PRODUÇÕES MANICOMIAIS NO CONTEXTO HOSPITALAR.

Autores/as

  • Rayanne Suim Francisco

DOI:

https://doi.org/10.22456/2238-152X.82220

Palabras clave:

Hospitais gerais, saúde mental, psicologia.

Resumen

O objetivo deste artigo é problematizar o cenário atual da saúde mental no Brasil, mais especificamente dos pacientes internados em hospitais gerais com demanda de crise psíquica, pensando o lugar de cuidado que a psicologia ocupa e produz nesse contexto e também a (re)produção de lógicas manicomiais e medicamentosas que ainda atravessam os equipamentos e profissionais da saúde.  As experiências narradas neste trabalho fazem parte das vivências cartografadas em um hospital geral no estado do Espírito Santo, onde atuo como psicóloga atendendo pessoas acometidas de transtorno mental, conforme deliberado pela lei 10.216. As narrativas foram construídas no formato de carta, com o objetivo de mobilizar uma escrita viva, interconectada à análise das problemáticas apresentadas; bem como o de fissurar o modelo de ciência hegemônico que prevalece no contemporâneo. 

Palavras-chave: hospitais gerais; saúde mental; psicologia.

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Publicado

2019-03-28

Cómo citar

Suim Francisco, R. (2019). “QUANDO EU DESCOBRI QUE NÃO ERA NISE”: PRODUÇÕES MANICOMIAIS NO CONTEXTO HOSPITALAR. Revista Polis E Psique, 9(1), 109–126. https://doi.org/10.22456/2238-152X.82220

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