CRÍTICA AO “ESCOLA SEM PARTIDO”: UM OLHAR PELA PERSPECTIVA CRÍTICO-SUPERADORA DA EDUCAÇÃO FÍSICA

Autores

  • Guilherme Bardemaker Bernardi
  • Carlos Alberto Perdomo Fazenda Junior

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-8918.79511

Palavras-chave:

Política. Educação Física. Ensino. Filosofia.

Resumo

Este ensaio tem por objetivo analisar e debater criticamente o movimento denominado Escola sem Partido, discutindo sua origem, o contexto sociopolítico no qual ele se desenvolve e quais são as teses que o sustentam. Busca traçar um breve olhar pela área de conhecimento da Educação Física, especificamente pelo viés da perspectiva crítico-superadora, e quais são os desdobramentos e as consequências, imediatas e futuras, para o seu ensino e para o trabalho do professor no âmbito da escola pública. Por fim, sugere possibilidades e ações de enfrentamento ao discurso conservador em defesa de uma educação e uma Educação Física crítica em que alunos e alunas sejam sujeitos ativos do processo de ensino-aprendizagem.

 

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Biografia do Autor

Guilherme Bardemaker Bernardi

Doutorando em Ciências do Movimento Humano (UFRGS). Mestre em Ciências do Movimento Humano (UFRGS). Professor de Educação Física da Rede Municipal de Ensino de Porto Alegre-RS.

Carlos Alberto Perdomo Fazenda Junior

Mestre em Ciências do Movimento Humano (UFRGS). Professor de Educação Física da Rede Municipal de Ensino de Porto Alegre-RS.

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Publicado

2018-09-30

Como Citar

BERNARDI, G. B.; FAZENDA JUNIOR, C. A. P. CRÍTICA AO “ESCOLA SEM PARTIDO”: UM OLHAR PELA PERSPECTIVA CRÍTICO-SUPERADORA DA EDUCAÇÃO FÍSICA. Movimento, [S. l.], v. 24, n. 3, p. 1029–1040, 2018. DOI: 10.22456/1982-8918.79511. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/Movimento/article/view/79511. Acesso em: 4 jul. 2022.

Edição

Seção

Ensaios