Presenças Impessoais: tons de humano na cena-paisagem

Autores

  • Maria Clara Ferrer (Universidade Federal de São João del-Rei ‒ UFSJ, São João del-Rei/MG, Brasil) UFSJ

Palavras-chave:

Presença, Cena-Paisagem, Estética Não-Antropocêntrica, Goebbels, Régy

Resumo

Por ser considerada como uma propriedade daquele que atua, a presença costuma ser abordada do ponto de vista do trabalho do ator. Rompendo com essa concepção, o artigo pretende compreender a presença como uma qualidade relacional, e não pessoal. Para tanto, serão analisados dois espetáculos: Stifters Dinge, de Heiner Goebbels, e Variações sobre a morte, de Claude Régy. Compostos como paisagens, ambos desenvolvem uma estética não antropocêntrica da cena e permitem pensar a presença como um fenômeno da percepção e pelo prisma da atividade do espectador.

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Biografia do Autor

Maria Clara Ferrer (Universidade Federal de São João del-Rei ‒ UFSJ, São João del-Rei/MG, Brasil), UFSJ

Maria Clara Ferrer é diretora, dramaturga, tradutora (francês-português) e professora do Curso de Graduação em Teatro da  Universidade Federal de São João Del Rei. Possui doutorado  em Artes Cênicas pela Université Sorbonne Nouvelle - Paris 3, onde lecionou entre 2008 e 2015.

Publicado

2017-09-21

Como Citar

Ferrer (Universidade Federal de São João del-Rei ‒ UFSJ, São João del-Rei/MG, Brasil), M. C. (2017). Presenças Impessoais: tons de humano na cena-paisagem. Revista Brasileira De Estudos Da Presença, 7(3), 626–648. Recuperado de https://seer.ufrgs.br/index.php/presenca/article/view/69866

Edição

Seção

Presença e seus Campos de Relações