A Percepção é um Prisma: corpo, presença e tecnologias

Autores

  • Enrico Pitozzi (Universidade de Bolonha - Bolonha, Itália) Dipartimento delle arti - Alma Mater Studiorum - Università di Bologna

Palavras-chave:

Corpo, Percepção, Movimento, Presença, Tecnologias

Resumo

Ao partir de uma perspectiva interdisciplinar acerca dos conceitos de corpo, percepção e tecnologias na cena contemporânea, este texto tentará definir a noção estética geral de bodyscape como uma extensão da percepção do performer. Por meio de um exame de algumas práticas chave da cena contemporânea, como as composições coreográficas de Myriam Gourfink, Isabelle Choinière e o projeto de assinatura do movimento de Martine Époque e Denis Poulin, analisa-se o impacto das tecnologias sobre a redefinição do processo da percepção do performer na composição do movimento e a mudança da noção de presença. Nesse sentido, tem-se uma série das modificações que também influenciam a percepção do espectador. Portanto, discute-se a noção de empatia e tenta-se descobrir como ela se aplica ao contexto
de uma imagem digital do corpo.

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Biografia do Autor

Enrico Pitozzi (Universidade de Bolonha - Bolonha, Itália), Dipartimento delle arti - Alma Mater Studiorum - Università di Bologna

Enrico Pitozzi insegna “Forme della scena multimediale” presso il DARvipem – Dipartimento delle Arti visive, performative e mediali dell’Alma Mater Studiorum Università di Bologna ed “Estetica delle Interfacce” alla Scuola di nuove tecnologie dell’arte presso l’Accademia di Belle Arti di Brera a Milano. È stato visiting professor presso la Faculté des Arts de l'Université du Québec à Montréal, UQAM e tiene seminari e conferenze presso Università e Istituzione in Europa, Canada e Brasile. È membro del progetto di ricerca “Performativité et effets de présence” dell'UQAM diretto da Josette Fèral e Louise Poissant, del progetto “Poéticas Tecnològicas” diretto da Ivani Santana presso l'Universidade Federal de Bahia (Brasile) e de “L'observatoir sur l'analyse du mouvement” diretto dalla coreografa Isabelle Choinière (Montréal, Plymouth, Paris) oltre che del MeLa research group dello IUAV di Venezia. Ha curato i progetti “Il tempo inesatto” e “Texture” all'interno di “Genova 2004 Capitale Europea della Cultura”. Ha partecipato al seminario interno alla 37° Biennale del Teatro di Venezia 2005 diretta da Romeo Castellucci. Ha partecipato nel maggio 2013 – in qualità di docente – al progetto Biennale danza College della Biennale di Venezia – Settore Danza, diretto da Virgilio Sieni. È vice-caporedattore della rivista di arti performative Art’O. È autore, con Annalisa Sacchi, di Itinera. Trajectoires de la forme Tragedia Endogonidia, Arles, Actes Sud, 2008 e del saggio Étendre la peau. Scène, perception, dispositifs technologiques, in Ensemble / Ailleurs
; Together / Elsewhere, in L. Poissant e P. Tremblay (dir.), Montréal, PUQ, 2010. È curatore di On presence, numero monografico della rivista “Culture Teatrali”, n. 21, 2012. É in preparazione la monografia Spectra, Bologna, CLUEB, (2014) dedicata alla formazione giapponese dei Dumb Type e un volume dedicato al lavoro della coreografa Myriam Gourfink (2014). Lavora attualmente a Bodysoundscape. Perception, movement and audiovisual in contemporary dance, in Yael Kaduri (dir.), The Oxford Handbook of Music, Sound and Image in the Fine Arts, Oxford, Oxford University Pess, (2014) e a Sismografie della presenza, Firenze, La Casa Usher (primavera 2014).

Publicado

2014-04-30

Como Citar

Pitozzi (Universidade de Bolonha - Bolonha, Itália), E. (2014). A Percepção é um Prisma: corpo, presença e tecnologias. Revista Brasileira De Estudos Da Presença, 4(2), 174–204. Recuperado de https://seer.ufrgs.br/index.php/presenca/article/view/46743

Edição

Seção

Teatro e Neurociências