Edições anteriores

  • Gênero e Raça: Trânsitos do Sul em Perspectiva
    v. 23 n. 59 (2022)

    Nesta edição Sociologias traz o Dossiê “Gênero e Raça: trânsitos do Sul em perspectiva”, organizado por José Carlos Gomes do Anjos e Miriam Steffen Vieira, com trabalhos resultantes de cooperação acadêmica Sul-Sul, que articulam tendências do feminismo do Sul Global às relações complexas entre colonialismo e miscigenação e permitem refletir criticamente sobre a modernidade a partir de enfoques decoloniais, de raça e de gênero.

  • O adolescente visto como problema: disputas narrativas, produção legislativa e punição
    v. 23 n. 58 (2021)

    O dossiê “O adolescente visto como problema: disputas narrativas, produção legislativa e punição”, organizado por Bruna Gisi, Mariana Chies Santos e Marcos César Alvarez, traz uma análise comparativa entre sistemas de justiça juvenil de três países sob a perspectiva das tendências punitivistas, presentes no Brasil desde a formulação do Estatuto da Criança e do Adolescente no final dos anos 1980 no Brasil até os dias atuais, para os atos infracionais cometidos por adolescentes, em seu embate com a visão socioeducativa.

  • Trabalho em Plataformas Digitais: uma perspectiva desde o Sul Global
    v. 23 n. 57 (2021)

    As investigações sobre o trabalho e as plataformas digitais ainda são escassas e precisam ser motivadas no sentido de 1. aprofundar um enfoque que não se situe apenas como reprodutor das teorias hegemônicas do Norte global e 2. que, para isso, recorram empiricamente às particularidades do Sul global. O dossiê “Trabalho em Plataformas Digitais: uma perspectiva desde o Sul Global” propõe um olhar sociológico sobre o processo de transformação nas formas de organização e controle do trabalho a partir da periferia do capitalismo, na medida em que busca apresentar um panorama geral dos elementos centrais do trabalho em plataformas digitais ao mesmo tempo em que matiza estes elementos ao analisar as especificidades do trabalho e das plataformas digitais que se delineiam no Sul global.

  • Quantificação, Estado e participação social
    v. 23 n. 56 (2021)

    Em seu número 56 Sociologias apresenta o dossiê “Quantificação, Estado e participação social”, buscando evidenciar a importância de a Sociologia ampliar sua atenção para as operações e os regimes de quantificação nas sociedades contemporâneas. O dossiê explora as contribuições que o campo tem a oferecer para a reflexão sobre as questões nodais da disciplina, como o problema dos fundamentos da ordem social e da autoridade política, os processos de diferenciação social e configuração de subjetividades, a participação social, a crítica e a agência social transformadora.

  • Sociologia e Fronteiras: a produção da ilegalidade migratória na América Latina e Caribe.
    v. 22 n. 55 (2020)

    Este dossiê de Sociologias reflete criticamente sobre a produção da "ilegalidade migratória" nas fronteiras latino-americanas e caribenhas. Para tal, conta com artigos – produzidos por pesquisadores oriundos de diversas universidades e centros de pesquisa no continente americano e europeu – que examinam a produção de ilegalidade através de distintos regimes de fronteira da nossa região
  • Internacionalização da Educação Superior: instituições e diplomacia do conhecimento
    v. 22 n. 54 (2020)

    O debate público, os agentes políticos e a pesquisa acadêmica trouxeram para o centro do debate a questão da internacionalização do ensino superior. Juntamente com perguntas sobre o que (e como) se deve ensinar, a definição e a medida da qualidade do ensino e da aprendizagem, a equidade e diversificação nas instituições de Ensino Superior, emerge a discussão sobre os significados das tendências e modelos de internacionalização no ensino superior.  The public debate, policy agents and stakeholders, and academic research brought to the center of the debate the issue of Internationalization of Higher Education. Along with questions about what (and how) should be taught, the definition and measure of teaching and learning quality, the equity and diversification on Higher Education institutions, emerge the discussion on the meanings of internationalization trends and models in HE.
  • El protestantismo vivido
    v. 22 n. 53 (2020)

    El dossier trata del tema de la religión vivida (lived religion), y muestra resultados de investigaciones realizadas en tres ciudades latinoamericanas (Córdoba, Lima y Montevideo) y en una ciudad en el sur de Europa (Bilbao)
  • Sociologias, Dossiê: Corpos, Emoções e Risco

    Corpos, emoções e risco
    v. 21 n. 52 (2019)

    Neste número da revista Sociologias, ao lado de “corpos e emoções”, soma-se a ideia de “risco” a fim de incorporar à reflexão sociológica o grau de incerteza no qual se desenrolam as relações sociais cotidianas. O corpo, do ponto de vista sociológico, é compreendido como signo das relações sociais, que encerra um conjunto de representações da vida individual e coletiva, e que compõe uma gramática que se tornou objeto particular de uma sociologia especializada constituída contemporaneamente e que já consolidou diferentes frentes de pesquisa. As emoções, por sua vez, não estão separadas do seu suporte, seu veículo expressivo, o corpo. Estas, em sociologia ou antropologia, frutos da observação e análise das relações sociais, também não podem ser tratadas como substância, entidade que antecipa ou contradiz as ações humanas, mas sim como uma dimensão da vida afetiva que se modifica constantemente por conta da infinidade de possibilidades de interação humana. Nos interstícios dos corpos e das emoções, a noção de risco nos revela as incertezas da existência individual que sempre oscila entre a vulnerabilidade e a segurança, o impulso e a sensatez. A fim de desnaturalizar e relativizar tais noções, este dossiê apresenta artigos derivados de diferentes abordagens teóricas e metodológicas empreendidas por pesquisadores do Brasil, Argentina, México e França.

  • Sociologias 51 - Mudanças climáticas, ciência e sociedade

    Mudanças climáticas, ciência e sociedade
    v. 21 n. 51 (2019)

    Este dossiê articula textos de autores nacionais e internacionais que demonstram o quanto o tema das mudanças climáticas vem sendo enfrentado nas diferentes esferas de ação política e tem-se institucionalizado, demonstrando ser um objeto privilegiado para a análise do reordenamento contínuo das relações sociais por meio da interface entre conhecimento científico, políticas públicas e materialidades.
  • Agendas biomédicas: interfaces do conhecimento em saúde no século XXI
    v. 21 n. 50 (2019)

    Este dossiê reúne trabalhos inéditos no campo dos Estudos Sociais em Ciência e Tecnologia (ESCT), com o foco explícito no estudo das dinâmicas de produção do conhecimento científico em saúde no século XXI. Os trabalhos aqui incluídos resultam de pesquisas produzidas no Brasil e no exterior, em centros de excelência reconhecida no campo da chamada “Sociologia das ciências da vida” (Sociology of the Life Sciences).

  • Sociologia das migrações: entre a compreensão do passado e os desafios do presente
    v. 20 n. 49 (2018)

    O presente dossiê reúne artigos que examinam o tema das migrações internacionais sob uma perspectiva sociológica, mas de modos diversos. Relações entre movimentos internacionais de população, o fenômeno da globalização e a natureza cada vez mais multicultural das sociedades em que vivemos colocam as migrações internacionais como elemento necessário à compreensão de processos sociais que operam tanto ao nível macro quanto micro. Não é à toa que sociólogos empenhados em demonstrar como as migrações internacionais simultaneamente promovem processos tanto de homogeneização quanto de diversificação social, foram estimulados a conceber o termo glocalização.

  • Literatura e conhecimento sociológico
    v. 20 n. 48 (2018)

    Sociologias traz, em seu quadragésimo oitavo número, a discussão acerca da relação entre Sociologia e Literatura, em dossiê organizado por Ana Lúcia Teixeira. O presente número aborda a literatura simultaneamente como objeto e como ator do conhecimento sociológico. Os autores que integram o dossiê propõem diferentes abordagens para pensar a articulação entre literatura e sociologia: seja a partir da leitura, isto é, da relação estabelecida entre o autor e o leitor através do texto, seja pela concepção da literatura como possíveis caminhos perceptivos para o aprofundamento do conhecimento da sociedade, ou ainda pelo seu valor estético na relação entre forma ou conteúdo; além de discutir o potencial revolucionário da literatura ao propor outros mundos alternativos.
  • Transformações científicas e tecnológicas e implicações econômico-sociais
    v. 19 n. 46 (2017)

    Organizado por: Sonia Karam Guimarães (UFRGS/Brasil)
  • Sociologias 45 - Trabalhadores, sindicatos e a transnacionalização da militância

    Trabalhadores, Sindicatos e a Transnacionalização da Militância
    v. 19 n. 45 (2017)

    Organizado por: Maurício Rombaldi (UFPB), Kimi Tomizaki (USP) e Antonio David Cattani (UFRGS)
  • Cem Anos sem Durkheim, Cem Anos com Durkheim
    v. 19 n. 44 (2017)

    Sociologias, em seu quadragésimo quarto número, apresenta, no ano em que se completa o centenário do desaparecimento de Émile Durkheim, um resgate do pensamento do sociólogo francês na perspectiva de alguns expoentes das ciências sociais, reunindo autores de Brasil, Canadá, Estados Unidos e França. O dossiê Cem anos sem Durkheim. Cem anos com Durkheim, coordenado por Raquel Weiss, Rafael Faraco Benthien e Clarissa Eckert Baeta Neves, busca dar conta de existência de três distintas leituras da obra de Durkheim por parte de seus analistas e seguidores e, ao mesmo tempo, sondar a persistência de suas teorias no campo atual das ciências sociais e as possibilidades de atualização do pensamento durkheimiano no contexto das sociedades contemporâneas.

  • Sociologia 43 - Epistemologias do Sul: lutas, saberes, ideias de futuro

    Epistemologias do Sul: lutas, saberes, ideias de futuro
    v. 18 n. 43 (2016)

    Sociologias, em seu quadragésimo terceiro número, apresenta um debate sobre as possibilidades de repensar a sociedade contemporânea em um mundo fora do mapa. O dossiê Epistemologias do Sul: lutas, saberes e ideias de futuro, organizado por Boaventura de Sousa Santos, Sara Araújo e Maíra Baumgarten, traz a proposta de expansão da imaginação sociológica para além da exaustão intelectual e política do Norte global, incapaz de enfrentar os desafios deste século.

  • A sociedade urbana contemporânea na América Latina
    v. 18 n. 42 (2016)

    Sociologias, em seu quadragésimo segundo número, apresenta um debate sobre a sociedade urbana contemporânea na América Latina. O dossiê, coordenado pelo Professor Luciano Fedozzi, visa mostrar algo do pensamento teóricocrítico latino-americano sobre a problemática urbana da região, promover o intercâmbio de conhecimentos e mostrar o desenvolvimento de estudos comparados relacionados às grandes cidades da América Latina.

  • Epistemologia das Ciências Sociais

    Epistemologia das Ciências Sociais
    v. 18 n. 41 (2016)

    Sociologias, em seu quadragésimo primeiro número, apresenta um debate sobre conhecimento, ciência moderna e ciências sociais. O dossiê Epistemologia das Ciências Sociais traz uma importante reflexão sobre as ciências sociais e seu potencial para o entendimento do mundo. A complexidade do mundo e do fazer científico é discutida a partir das ideias da reflexividade e da colonialidade do saber.

    Na seção artigos, Leonardo Fernandes Nascimento analisa efeitos das tecnologias digitais nas sociedades e no próprio ofício da sociologia. No artigo Estamos ante um "giro poscompetitivo" en la política da ciencia, tecnología e innovación? Federico Vansen avalia que nos últimos anos surgiram novos marcos conceituais que dão maior relevância a objetivos sociais frente a metas econômicas nas políticas de CTI. Segundo o autor não se configura ainda um marco alternativo coerente e sistemático, mas sim uma consciência das limitações das políticas convencionais de CTI para abordar temas que não têm o lucro como resultado imediato. No artigo seguinte, Verónica Paiva e Juan Banfi analisam como os cartoneros da cidade de Mar del Plata utilizam o espaço público e estabelecem interações com outros atores como estratégias de sobrevivência.

    Na seção interfaces, Ana Maria Gomes e Marília Steinberger debatem a democracia participativa na regularização fundiária urbana a partir do projeto Lomba do Pinheiro em Porto Alegre e Cleber Lopes, Ednaldo Ribeiro e Marcos Tordoro apresentam um estudo sobre atitudes e visões sobre direitos humanos na polícia militar do estado do Paraná.

    As resenhas desse número são sobre os livros de Sérgio Miceli e Heloísa Pontes “Cultura e Sociedade: Brasil e Argentina” (2014) e de Isabell Lorey, “Die Regierung der Prekären (2012).

  • Sociologias 40 - Racismo e Antirracismo

    Racismo e Antirracismo
    v. 17 n. 40 (2015)

    Sociologias, em sua quadragésima edição, aborda
    a questão do racismo a partir do dossiê
    organizado pelo Profº Karl Monsma. O dossiê
    ‘Racismo e Antirracismo: ampliando o debate’
    apresenta artigos abordando o racismo contra
    grupos distintos em contextos diferentes, que
    discutem várias formas e consequências do
    racismo. Com esse dossiê espera-se aprofundar
    as discussões sobre a natureza e as variedades
    do racismo. Os autores são dos EUA, da Austrália,
    da Alemanha e do Brasil e trazem uma rica
    diversidade de abordagens e perspectivas sobre a
    temática. Na seção Artigos, Bruno Amaral
    Machado e Maria Stela Grossi Porto apresentam
    resultados parciais de pesquisa sobre Homicídios
    na Área Metropolitana de Brasília (AMB). Com o
    artigo “Trayectorias del Sur: Desplazamientos y
    conformaciones de las naciones diversas de
    Ecuador y Etiopía” Cristina Cielo, Jorge Daniel
    Vásquez, Carlos Haynes e Hailu Habtu fazem uma
    análise comparativa de distintas políticas de
    gestão da diversidade nacional dos estados de
    Equador e Etiópia. Stefania Becattini Vaccaro em
    seu artigo “Karl Marx e Hannah Arendt: uma
    confrontação sobre a noção de trabalho”
    argumenta que Arendt não compreendeu a dupla
    dimensão – filosófica e econômica – que Marx deu
    à categoria trabalho. Na seção Interfaces
    Elisângela da Silva Santos empreende uma
    análise da influência do positivismo comtiano no
    pensamento do autor uruguaio José Enrique Rodó
    (1871-1917). Esse número traz também a resenha
    de Fernando Molina, é sobre o livro de Richard
    Layard, “Felicidade: lições de uma nova ciência”.
    Rio de Janeiro: Best Seller, 2008.

  • Sociologia e Moral
    v. 17 n. 39 (2015)

    Sociologias, em sua trigésima nona edição, traz o
    dossiê Sociologia e Moral, que apresenta uma
    discussão sobre o estado atual dos estudos
    sobre a moral no âmbito da Sociologia, visando
    oferecer um leque amplo e plural de perspectivas
    teóricas sobre o tema da moral e informar sobre
    alguns dos principais debates que se vêm
    desenvolvendo em torno da mesma. A pluralidade
    se reflete também nas diferentes nacionalidades
    dos autores que compõem o dossiê: EUA,
    Brasil, Itália, Reino Unido, França e Alemanha.
    Na seção Artigos, Márcio de Oliveira e Fernando
    Kulaitis analisam o comportamento e as expectativas
    de imigrantes brasileiros na província do
    Québec, no Canadá, frente às políticas de
    imigração daquela região. Henri Bernstein, no
    segundo artigo, discute a questão da soberania
    alimentar como um programa político portador de
    postulados, expectativas e prescrições, buscando
    identificar e problematizar os diversos elementos
    que a estruturam. Por fim, Antonio Teixeira de
    Barros, analisa o contexto de implantação do
    projeto de transparência no Senado Federal,
    bem como as relações entre os enunciados
    políticos, suas lógicas de ação e de justificação.
    Na seção Interfaces, Rosangela Schulz e Maria
    Lúcia Moritz apresentam um estudo sobre a
    participação das mulheres nos processos
    eleitorais, tomando como objeto as eleições de
    2010 para a Assembleia Legislativa do RS. na
    seção de Resenhas, Francisco Thiago Vasconcelos
    contribui com uma resenha comentada do
    livro L’invention de la violence: des peurs, des
    chiffres, des faits, do sociólogo francês Laurent
    Mucchielli.

  • Tendências e desafios contemporâneos da Sociologia Política
    v. 17 n. 38 (2015)

    Sociologias, em seu trigésimo oitavo número,
    apresenta um debate sobre o campo da sociologia
    política. As relações entre Estado e Sociedade,
    quais são e como se expressam as bases societais
    do poder estatal, os processos macro-políticos de
    mudança, as desigualdades políticas, as disputas
    políticas de grupos organizados pelo poder em
    campos setoriais de políticas públicas são alguns
    dos temas que têm mobilizado esforços dos
    sociólogos brasileiros que atuam nesse campo. O
    presente dossiê apresenta quatro artigos de autores
    de variados países, que trazem temas da sociologia
    política contemporânea e um artigo que exemplifica
    como os sociólogos podem abordar problemáticas
    na área. Na seção artigos Lorena M. Monteiro,
    Joana T. Vaz de Moura e Alan D. Freire de Lacerda
    apresentam teorias da democracia buscando
    demonstrar o alcance, as convergências e os
    limites das mesmas. Cristiano Wellington Ramalho
    aborda relações socioculturais e econômicas, em
    alguns grupos de pescadores artesanais,
    abordando a moral do trabalho e do tempo livre no
    fazer cotidiano dos pescadores. Rosa Monteiro,
    Sónia Oliveira e Fernanda Daniel debatem a
    flexibilização do trabalho e mobilidade geográfica
    nas forças armadas portuguesas. Na seção de
    interfaces, Maria del Carmen Cortizo apresenta no
    texto “Socialismo e democracia: Bobbio e os
    marxistas italianos” alguns aspectos do debate
    mantido entre Norberto Bobbio e intelectuais
    vinculados ao Partido Comunista Italiano (PCI)
    sobre a teoria marxista do Estado, entre 1975 e
    1976. Este número apresenta ainda uma entrevista
    com Bernard Lahire efetuada por Cinara Rosenfield,
    Allan Queiroz, Diego Monte Blanco e Mathilde
    Mondon Navazo. As resenhas são sobre os livros
    de Marcos Costa Lima (org) “Política Internacional
    Comparada: O Brasil e a Índia nas novas relações
    sul-sul” (2012) e de Paula Marcelino: “Trabalhadores
    terceirizados e luta sindical” (2013).

  • Sociedade, conhecimentos e sustentabilidade
    v. 16 n. 37 (2014)

    Sociologias, em seu trigésimo sétimo número, apresenta o dossiê Sociedade, Conhecimentos e Sustentabilidade. Os artigos que compõem o dossiê têm em comum o enlace entre esses três temas, ora trazendo controvérsias teóricas e colocando em discussão o fazer científico, ora apresentando a temática da produção científica sobre sustentabilidade, observando arranjos conceituais, abordagens das interfaces entre humanos e não humanos, hibridismos, disciplinaridade e interdisciplinaridade. Na seção Artigos, Carlos Antonio Costa Ribeiro aborda a mobilidade de classe no Brasil contemporâneo, Emília Rodrigues Araújo e Silvia Silva analisam a mobilidade de investigadores e estudantes brasileiros em Portugal e Hernán Fair traz alguns elementos para entender o êxito da hegemonia menemista na Argentina neoliberal dos anos 90. Na seção Interfaces María Isabel Menéndez Menéndez e Marta Fernández Morales analisam a trilogia dirigida a jovens The Hunger Games, como um produto literário e cinematográfico que é portador de realismo e perspectiva política, estabelecendo pontos de contato entre o hiper-real e a sociedade atual. Na seção Resenhas Edson Benedito Rondon Filho apresenta o livro de Fabien Jobard, Abusos policiales. La fuerza pública y sus usos (2013).

  • Sociologia da Dádiva
    v. 16 n. 36 (2014)

    Sociologias, em seu trigésimo sexto  úmero,apresenta o dossiê Sociologia da Dádiva. Os artigos que compõem esse dossiê convergem para uma mesma direção: a de propor reflexões ao leitor sobre a importância da dádiva no interior dos estudos sociológicos e para revelar alternativas cognitivas, morais, estéticas, políticas e econômicas ao paradigma mercantil e utilitarista dominante na sociedade global. Na seção Artigos, Maria Eugênia Bunchaft discute a apropriação da psicologia social de George Herbert Mead para a formação da identidade nas teorias desenvolvidas por Jürgen Habermas e por Axel Honneth. À luz da teoria da solidariedade social de Émile Durkheim e de sua releitura por Jürgen Habermas, Gonzalo Assusa examina a relação entre Trabalho e Cultura, em termos de Moral. Claudio Penteado, Marcelo Santos e Rafael Araújo discutem o papel e as potencialidades das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) como propulsoras de novos processos democráticos e de mobilização social. Na seção Interfaces, Alexander Vaz explora as possibilidades de conciliação entre justiça e legitimidade nas sociedades democráticas contemporâneas. A seção Resenhas deste número aborda duas obras. A primeira, apresentada por Fernando Araújo, ainda não publicada em língua portuguesa, é La Mobilité Ambigue – Espace, temps et pouvoir aux sommets de la société contemporaine, da socióloga italiana Laura Gherardi. A segunda nos é trazida por Fernando Molina que apresenta o livro de Richard Sennett, Together, The Rituals, Pleasures and Politics of Cooperation (2013).
  • Ciências Sociais e a Questão Ambiental
    v. 16 n. 35 (2014)

           Sociologias, em seu trigésimo quinto número, apresenta o dossiê Ciências Sociais e a Questão Ambiental, que traz algo da diversidade teórico-metodológica de pesquisas sociais no tema ambiental e uma variedade de abordagens, com um diapasão que objetiva intercalar teoria e empírico acerca de questões que tratam dos problemas ambientais vivenciados pelas sociedades contemporâneas. Na seção Artigos, Everton Lazzaretti Picolotto analisa como ocorreu o processo de formação de um sindicalismo específico de agricultores familiares na região Sul do Brasil. Jordão Horta Nunes, investiga a construção das formas identitárias no trabalho em serviços. Marcelo Alario Ennes e Frank Nilton Marcon sugerem uma reflexão crítica sobre os usos superficiais da noção de identidade nas Ciências Sociais. Na seção Interfaces Sirlândia Schappo trabalha Josué de Castro e as análises sobre a agricultura de sustentação presentes em um de seus principais
    livros: Geografia da Fome (1946), articulando-as ao contexto histórico e intelectual da época. Na seção Resenhas João Freitas apresenta o livro “Mobile Lives”. London: Routledge, 2010 de Anthony Elliott e John Urry.

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