Manoel de Barros

inventário jornalístico e imaginário

Autores

DOI:

https://doi.org/10.19132/1807-8583.58.148739

Palavras-chave:

Manoel de Barros, inventário, jornalismo, imaginário, biografia

Resumo

Este artigo aborda o uso do inventário na pesquisa sobre a presença e a relação do poeta Manoel de Barros (1916-2014) com o jornalismo impresso. O acervo formado reuniu 1.848 registros de mídia publicados entre 1928 e 2024 por 126 jornais e revistas, com destaque para veículos do Rio de Janeiro e São Paulo. Apoiado pelo método complexo, o arquivo reuniu rastros dispersos, atualizou a crítica cultural do escritor, permitiu avaliar a evolução do imaginário do poeta na mídia, preservou informações de memória e incentivou novas abordagens para descrever e compreender Manoel de Barros. O inventário se mostrou uma ferramenta eficiente para execução de um estudo e oferece subsídios para pesquisa biográfica e outras investigações a respeito de Manoel de Barros.

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Biografia do Autor

Gustavo Castro Silva, Universidade de Brasília

Jornalista, antropólogo, poeta e escritor. Professor de Estética e Comunicação da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB).

Guilherme Mazui Roesler, Universidade de Brasília

Jornalista. Doutorando do PPG-FAC da Universidade de Brasília (UnB). Pesquisador do Biocom – Comunicação e Estudos Biográficos.

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Publicado

2026-03-09

Como Citar

SILVA, Gustavo Castro; ROESLER, Guilheme Mazui. Manoel de Barros: inventário jornalístico e imaginário. Intexto, Porto Alegre, n. 58, 2026. DOI: 10.19132/1807-8583.58.148739. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/148739. Acesso em: 8 set. 2026.

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