(Sobre) vivências em tempos de pandemia: memórias em ensaio
Mots-clés :
pandemiaRésumé
A ideia deste dossiê surgiu a partir da experiência coletiva do projeto “Pandemia de Narrativas”, uma iniciativa do Laboratório de Ensino, Pesquisa e Produção em Antropologia da Imagem e do Som da Universidade Federal de Pelotas (LEPPAIS[4]-UFPel) que, por meio da criação de um perfil no Instagram, começou a (a)colher expressões narrativas sobre as vivências durante a pandemia de Covid-19. A motivação inicial que levou à criação do projeto foi a sensação compartilhada por alguns membros do laboratório, durante a primeira etapa da pandemia, sobre a necessidade de exprimir e tornar tangível as emoções provocadas pelas incertezas e angústias iniciais.
Téléchargements
Références
BATESON, Gregory; MEAD, Margaret. Balinese Character: A photographic analysis. New York: The New York Academy of Sciences, 1942.
BENJAMIN, Walter. Experiência e pobreza. In. Obras escolhidas. Magia e técnica, arte e política. Ensaios sobre literatura e história da cultura. São Paulo: Brasiliense, 1987, p. 114–119.
BANKS, Marcus. Dados visuais para pesquisa qualitativa. Tradução: José Fonseca. São Paulo: Artmed editora, 2009.
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Escrito com o olho –anotações de um itinerário sobre imagens e fotos entre palavras e idéias. In: ECKERT, Cornélia; NOVAES, Caiuby (Org.). O imaginário e o poético nas ciências sociais. Bauru, SP: EDUSC, 2005.
CERTEAU, Michel de. A invenção do cotidiano: Artes de fazer. Petrópolis: Vozes, 1998.
ECKERT, Cornélia; ROCHA, Ana Luisa Carvalho da. Etnografia da Duração: antropologia das memórias coletivas em coleções etnográficas. Porto Alegre, UFRGS, 2013.
FAVRET-SAADA, Jeanne. Ser afetado. Tradução: Paula Siqueira. Cadernos de campo. nº 13, 2005. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/cadernosdecampo/article/viewFile/50263/54376. Acesso em: 19 de jun. de 2017.
DURAND, Gilbert. A imaginação simbólica. Tradução: Carlos Aboim de Brito. Lisboa: Edições 70, 1993.
DURAND, Gilbert. O imaginário. Ensaio acerca das ciências e da filosofia da imagem. Tradução: René Eve Levié, 3ª Ed., Rio de Janeiro: Difel, 2004.
EISENSTEIN, Serguei. A forma do filme. Rio de Janeiro, Brasil: Jorge Zahar Editora, 2002a (Original publicado em 1929).
__________________. O sentido do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora, 2002a (Original publicado em 1942).
GHEIRART, Oziel. O tratado antropoético. 2015. 183f. Tese (Doutorado em Ciências Sociais). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC- SP), São Paulo, 2015.
INGOLD, Tim. Trazendo as coisas de volta à vida: emaranhados criativos num mundo de materiais. Horizontes Antropológicos, n. 37, 2012, p. 25–44.
PELBART, Peter Pál. Vida nua, vida besta, uma vida. Trópico, p.1–5, 2007. Disponível em: http://p.php.uol.com.br/tropico/html/textos/2792,1.shl. Acesso em 19 de jun. de 2021.
PEREC, Georges. L’infra-ordinaire. France: Seuil, 1989.
RICOEUR, Paul. Tempo e narrativa. Tomo III. Tradução: Roberto Leal Ferreira. Campinas: Papirus, 1997.
SAMAIN, Etienne. As peles da fotografia: fenômeno, memória/arquivo, desejo. Visualidades, Goiânia, v.10. n.1, p. 151–164, jan-jun de 2012.
VELHO, Gilberto. Observando o familiar. In VELHO, Gilberto. Individualismo e cultura: notas para uma antropologia da sociedade contemporânea. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1980.
WARBURG, Aby. Der Bilderatlas Mnemosyne (sob a direção de Martin Warnke e de Claudia Brink). Berlim: Akademie Verlag, 2000 (Original publicado em 1929).
Publiée
Comment citer
Numéro
Rubrique
Licence
© Alexsânder Nakaóka Elias, Daniele Borges Bezerra 2022

Ce travail est disponible sous licence Creative Commons Attribution - Pas d’Utilisation Commerciale 4.0 International.
- Todo o conteúdo do periódico, exceto onde está identificado, está licenciado sob uma Licença Creative Commons do tipo atribuição BY-NC.
- O envio dos trabalhos implica a cessão imediata e sem ônus dos direitos de publicação para a revista, a qual é filiada ao sistema Creative Commons, atribuição CC BY-NC (https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/). O autor é integralmente responsável pelo conteúdo do artigo e continua a deter todos os direitos autorais para publicações posteriores do mesmo, devendo, se possível, fazer constar a referência à primeira publicação na revista. Esta não se compromete a devolver as contribuições recebidas.
- O(s) autor(es) que submete (m) artigos para publicação na Revista Fotocronografias são legalmente responsáveis pela garantia de que o trabalho não constitui infração de direitos autorais, isentando a Revista Fotocronografias quanto a qualquer falha quanto a essa garantia.