Edições anteriores

  • Acervos NAVISUAL
    v. 11 n. 25 (2025)

    O Núcleo de Antropologia Visual (Navisual) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), fundado em 1989, atua na formação de estudantes desde as suas primeiras etapas na graduação, buscando proporcionar a experiência de realização de etnografias com diferentes suportes, seja a fotografia, as gravações sonoras ou audiovisuais, o desenho. Neste sentido, fundamentado na Etnografia da Duração" (Eckert e Rocha, 2013), estudos que cumprem um papel importante de aproximação de jovens pesquisadoras e pesquisadores com o campo de pesquisa antropológica e visual.

  • Inventários caminhantes
    v. 10 n. 24 (2024)

    A revista Fotocronografias em sua 24º edição traz como temática os inventários, os catálogos, as coleções e as enciclopédias, todos entendidos como elementos de tentativas de ordenar e organizar o mundo. Mapas multidimensionais, de tempo e espaço, das experiências e “encontros” dos seres caminhantes e exploradores da vida cotidiana nas/das cidades contemporâneas. O convite feito pelos editores ao Estudio Ceda el paso continha uma provocação irrecusável: atrelar importantes eixos de atuação do estúdio: o caminhar como prática e método, a materialização física e subjetiva do espaço urbano e dos citadinos que a vivenciam, tanto na perspectiva das leituras urbanas provenientes da Arquitetura, quanto daquelas leituras feitas em campo, implicadas no cotidiano de diferentes territorialidades, a fim de aproximar-se das práticas, dinâmicas, redes, trajetórias de vida e sociabilidades desses múltiplos atores sociais via ferramentas provenientes do fazer antropológico. As listas e agrupamentos catalográficos resultados dessa postura ao encarar o espaço urbano contemporâneo, complexo e multifacetado, se configuram como elementos indiciais, vestígios que indicam e apontam possibilidades de compreensão de nossa presença e relação com o mundo.

  • Miscelânea
    v. 10 n. 23 (2024)

    O número 23 da Revista Fotocronografias tem por título Miscelânea e objetiva reunir trabalhos com temas livres tendo por base pesquisas e estudos sociais como a antropologia e áreas afins.

    Uma miscelânea de narrativas com fotografias anima as subversões de fronteiras disciplinares. A própria fotografia foi fundada e divulgada no encontro do conhecimento interdisciplinar. A mistura de temas é sempre carregada de encantamentos e diálogos sócio-culturais.

  • Acervos BIEV — 3° Edição
    v. 9 n. 22 (2023)

    A 3ª edição especial da Revista Fotocronografias traz coleções de ensaios fotográficos que foram realizados ao longo dos mais de 25 anos de pesquisa do Banco de Imagens e Efeitos Visuais (BIEV/UFRGS), alguns em parceria com o Núcleo de Antropologia Visual/NAVISUAL, ambos pertencentes ao Laboratório de Antropologia Social/ do Programa de Pós-graduação em Antropologia Social/UFRGS.

  • Imagens em manifesto: práticas políticas em narrativas contemporâneas
    v. 9 n. 21 (2023)

    Nos últimos anos, as lutas por direitos sociais, civis e políticos têm se tornado espaço de conflitos que ultrapassaram os fóruns e instituições, para ocuparem as ruas. Nos diferentes países manifestações populares mobilizaram coletivos indígenas, negros, mulheres e LGBT - QIA+, entre outros grupos caracterizados como minorias. Essas manifestações, marchas, passeatas, mas também ocupações, ações de protesto e instalações, explicitam, de alguma forma, que a diferença e a individualidade, marcas da se - gunda metade do século XX, necessitam transformar-se pelo reconhecimento, reciprocidade e vinculação com o coletivo. Nessa articulação necessária, indivíduos e comunidades passam a ocupar de forma fragmentária o espaço público, explicitando os limites das perspectivas liberais, globais, multiculturais.

  • Paisagens Humanimais
    v. 8 n. 20 (2022)

    A proposta deste número da revista Fotocronografias, voltada às paisagens humanimais que ora apresentamos, reflete um trabalho coletivo inclinado à conformação de um campo de reflexão que consideramos consolidado na Antropologia Brasileira. A edição tem um papel relevante na trajetória dos estudos das relações humano-animais realizados no Brasil. Partimos de tal análise com base em nossa experiência conjunta de mais de 10 anos neste debate, justamente porque o referido número ocupa um espaço ainda aberto e profícuo no campo — porque pouco explorado e repleto de possibilidades interpretativas. Neste sentido, o ofício do/a antropólogo/a com a câmera nas mãos, que se lança na aventura (antropológica, mas também ecológica) de captar imagens capazes de compor narrativas fotoetnográficas das interações humano-animais em paisagens multiespécies, quiçá, mais-que-humanas nos mundos bioetnodiversos e socialmente plurais no/do contexto brasileiro, é um desafio instigante e promissor.

  • A cidade em metamorfose: imagem, direito à cidade e gentrificação
    v. 8 n. 19 (2022)

    Nas últimas décadas os estudos sobre paisagem, narrativa, imagem se conectaram de múltiplas formas às ideias de direito à cidade (Le Febvre, 1968) e gentrificação (Glass, 1964). Essa conexão de ideias históricas no pensamento urbanístico e antropológico se apresenta na cidade moderna através de manifestações materiais de desigualdade social e processos que envolvem deslocamento de populações pobres, mas também em dinâmicas de organização e resistências. Este dossiê da Revista Fotocronografias, que tem como inspiração a antropologia da e na cidade (Eckert&Rocha, 2019), busca receber trabalhos que tenham como centralidade de pensamento o uso de imagens no processo de pesquisa sobre Direito à Cidade e Gentrificação. O interesse se dá pelas expressões estéticas que caracterizam dois conceitos e a relação de ambos com os trabalhos etnográficos realizados com produção de imagens.

  • Imagens da Negritude - ou a negritude em imagens
    v. 7 n. 18 (2021)

    É com enorme prazer que apresentamos este número realizado colaborativamente entre Brasil e México, o qual reúne fotografias de pesquisadores e pesquisadoras que compartilham conosco o encontro de seus olhares com diferentes culturas afro-diaspóricas da América Latina.

  • Procuram-se sonhos na cidade: culturas juvenis, artes e resistências
    v. 7 n. 17 (2021)

    As intervenções artísticas urbanas nas cidades são permeadas de várias modalidades de expressão no campo de negociações de interesses da sociedade, sejam eles políticos, territoriais, culturais, sociais ou econômicos. O que apresentamos neste dossiê vol 7, n. 17, “Procuram-se sonhos na cidade: culturas juvenis, artes e resistências”, é fruto do trabalho coletivo e da parceria de pesquisadoras e pesquisadores do Brasil e de Portugal. Esse dossiê é produto desse encontro entre os diferentes contextos e nasceu do desejo dos organizadores em reunir, em uma coletânea, ensaios fotográficos que colocasse em evidência as intervenções urbanas produzidas pelas culturas juvenis que reinventam a paisagem urbana, através de suas diferentes expressões estético-culturais próprias que desafiam (e são desafiadas) pelas lógicas e práticas políticas de Estado, pela via de políticas públicas contemporâneas que incidem sobre estes espaços urbanos e grupos sociais.

  • (Sobre) vivências em tempos de pandemia: memórias em ensaio
    v. 7 n. 16 (2021)

    A ideia deste dossiê surgiu a partir da experiência coletiva do projeto “Pandemia de Narrativas”, uma iniciativa do Laboratório de Ensino, Pesquisa e Produção em Antropologia da Imagem e do Som da Universidade Federal de Pelotas (LEPPAIS[4]-UFPel) que, por meio da criação de um perfil no Instagram, começou a (a)colher expressões narrativas sobre as vivências durante a pandemia de Covid-19. A motivação inicial que levou à criação do projeto foi a sensação compartilhada por alguns membros do laboratório, durante a primeira etapa da pandemia, sobre a necessidade de exprimir e tornar tangível as emoções provocadas pelas incertezas e angústias iniciais.

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